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quarta-feira, 23 de julho de 2014

ARIANO SUASSUNA

Ariano Vilar Suassuna (João Pessoa, 16 de junho de 1927Recife, 23 de julho de 2014)1 foi um dramaturgo, romancista, ensaísta e poeta brasileiro.
Autor de obras como Auto da Compadecida e A Pedra do Reino, foi um preeminente defensor da cultura do Nordeste do Brasil.
Foi Secretário de Cultura do Pernambuco entre 1994 e 1998, e Secretário de Assessoria do governador Eduardo Campos até abril de 2014.2
Ariano Vilar Suassuna nasceu em Nossa Senhora das Neves, hoje João Pessoa (PB), no dia 16 de junho de 1927, filho de Cássia Vilar e João Suassuna. No ano seguinte, seu pai deixa o governo da Paraíba e a família passa a morar no Sertão, na Fazenda Acauã, em Aparecida, Paraíba.
Com a Revolução de 1930, seu pai foi assassinado por motivos políticos no Rio de Janeiro e a família mudou-se para Taperoá, onde morou de 1933 a 1937. Nessa cidade, Ariano fez seus primeiros estudos e assistiu pela primeira vez a uma peça de mamulengos e a um desafio de viola, cujo caráter de “improvisação” seria uma das marcas registradas também da sua produção teatral.
A partir de 1942 passou a viver no Recife, onde terminou, em 1945, os estudos secundários no Ginásio Pernambucano, no Colégio Americano Batista e no Colégio Osvaldo Cruz. No ano seguinte iniciou a Faculdade de Direito, onde conheceu Hermilo Borba Filho. E, junto com ele, fundou o Teatro do Estudante de Pernambuco. Em 1947, escreveu sua primeira peça, Uma Mulher Vestida de Sol. Em 1948, sua peça Cantam as Harpas de Sião (ou O Desertor de Princesa) foi montada pelo Teatro do Estudante de Pernambuco. Os Homens de Barro foi montada no ano seguinte.
Em 1950, formou-se na Faculdade de Direito e recebeu o Prêmio Martins Pena pelo Auto de João da Cruz. Para curar-se de doença pulmonar, viu-se obrigado a mudar-se de novo para Taperoá. Lá escreveu e montou a peça Torturas de um Coração em 1951. Em 1952, volta a residir em Recife. Deste ano a 1956, dedicou-se à advocacia, sem abandonar, porém, a atividade teatral. São desta época O Castigo da Soberba (1953), O Rico Avarento (1954) e o Auto da Compadecida (1955), peça que o projetou em todo o país e que seria considerada, em 1962, por Sábato Magaldi “o texto mais popular do moderno teatro brasileiro”.
Em 1956, abandonou a advocacia para tornar-se professor de Estética na Universidade Federal de Pernambuco. No ano seguinte foi encenada a sua peça O Casamento Suspeitoso, em São Paulo, pela Cia. Sérgio Cardoso, e O Santo e a Porca; em 1958, foi encenada a sua peça O Homem da Vaca e o Poder da Fortuna; em 1959, A Pena e a Lei, premiada dez anos depois no Festival Latino-Americano de Teatro.
Em 1959, em companhia de Hermilo Borba Filho, fundou o Teatro Popular do Nordeste, que montou em seguida a Farsa da Boa Preguiça (1960) e A Caseira e a Catarina (1962). No início dos anos 60, interrompeu sua bem-sucedida carreira de dramaturgo para dedicar-se às aulas de Estética na UFPE. Ali, em 1976, defende a tese de livre-docência A Onça Castanha e a Ilha Brasil: Uma Reflexão sobre a Cultura Brasileira. Aposenta-se como professor em 1994.
Membro fundador do Conselho Federal de Cultura (1967); nomeado, pelo Reitor Murilo Guimarães, diretor do Departamento de Extensão Cultural da UFPE (1969). Ligado diretamente à cultura, iniciou em 1970, em Recife, o “Movimento Armorial”, interessado no desenvolvimento e no conhecimento das formas de expressão populares tradicionais. Convocou nomes expressivos da música para procurarem uma música erudita nordestina que viesse juntar-se ao movimento, lançado em Recife, em 18 de outubro de 1970, com o concerto “Três Séculos de Música Nordestina – do Barroco ao Armorial” e com uma exposição de gravura, pintura e escultura. Secretário de Cultura do Estado de Pernambuco, no Governo Miguel Arraes (1994-1998).
Entre 1958-79, dedicou-se também à prosa de ficção, publicando o Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta (1971) e História d’O Rei Degolado nas Caatingas do Sertão / Ao Sol da Onça Caetana (1976), classificados por ele de “romance armorial-popular brasileiro”.
Ariano Suassuna construiu em São José do Belmonte, onde ocorre a cavalgada inspirada no Romance d’A Pedra do Reino, um santuário ao ar livre, constituído de 16 esculturas de pedra, com 3,50 m de altura cada, dispostas em círculo, representando o sagrado e o profano. As três primeiras são imagens de Jesus Cristo, Nossa Senhora e São José, o padroeiro do município.
Membro da Academia Paraibana de Letras e Doutor Honoris Causa da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2000).
Em 2004, com o apoio da ABL, a Trinca Filmes produziu um documentário intitulado O Sertão: Mundo de Ariano Suassuna, dirigido por Douglas Machado e que foi exibido na Sala José de Alencar.

Ariano Suassuna, durante evento pró-eqüidade de gênero e diversidade, em Brasília, 2007.
Em 2002, Ariano Suassuna foi tema de enredo no carnaval carioca na escola de samba Império Serrano; em 2008, foi novamente tema de enredo, desta vez da escola de samba Mancha Verde no carnaval paulista. Em 2013 sua mais famosa obra, o Auto da Compadecida será o tema da escola de samba Pérola Negra em São Paulo.
Em 2006, foi concedido título de doutor honoris causa pela Universidade Federal do Ceará, mas que veio a ser entregue apenas em 10 de junho de 2010, às vésperas de completar 83 anos. "Podia até parecer que não queria receber a honraria, mas era problemas de agenda", afirmou Ariano, referindo-se ao tempo entre a concessão e o recebimento do título.3
Durante o mandato de Eduardo Campos, Ariano foi Assessoria Especial do Governo de Pernambuco, até abril de 2014.
Ariano Suassuna era torcedor fanático do Sport Club do Recife.4

Morte

Ariano morreu no dia 23 de julho de 2014 no Real Hospital Português, no Recife, onde deu entrada na noite do dia 21 vítima de um acidente vascular cerebral (AVC), passando por procedimento cirúrgico com colocação de dois drenos para controlar a pressão intracraniana. Ele ficou em coma e respirando por ajuda de aparelhos.5

Estudos

Em 1942, ainda adolescente, Ariano Suassuna muda-se para cidade do Recife, no vizinho estado de Pernambuco, onde passou a residir definitivamente. Estudou o antigo ensino ginasial no renomado Colégio Americano Batista, e o antigo colegial (ensino médio), no tradicionalíssimo Ginásio Pernambucano e, posteriormente, no Colégio Oswaldo Cruz. Posteriormente, Ariano Suassuna concluiu seu estudo superior em Direito (1950), na célebre Faculdade de Direito do Recife, e em Filosofia (1964).
De formação calvinista e posteriormente agnóstico, converteu-se ao catolicismo, o que viria a marcar definitivamente a sua obra.6
Ariano Suassuna estreou seus dons literários precocemente no dia 7 de outubro de 1945, quando o seu poema "Noturno" foi publicado em destaque no Jornal do Commercio do Recife.

Advocacia e teatro

Na Faculdade de Direito do Recife, conheceu Hermilo Borba Filho, com quem fundou o Teatro do Estudante de Pernambuco. Em 1947, escreveu sua primeira peça, Uma mulher vestida de Sol. Em 1948, sua peça Cantam as harpas de Sião (ou O desertor de Princesa) foi montada pelo Teatro do Estudante de Pernambuco. Seguiram-se Auto de João da Cruz, de 1950, que recebeu o Prêmio Martins Pena, o aclamado Auto da Compadecida, de 1955, O Santo e a Porca - O Casamento Suspeitoso, de 1957, A Pena e a Lei, de 1959, A Farsa da Boa Preguiça, de 1960, e A Caseira e a Catarina, de 1961.
Entre 1951 e 1952, volta a Sousa, para curar-se de uma doença pulmonar. Lá escreveu e montou Torturas de um coração. Em seguida, retorna a Recife, onde, até 1956, dedica-se à advocacia e ao teatro.
Em 1955, Auto da Compadecida o projetou em todo o país. Em 1962, o crítico teatral Sábato Magaldi diria que a peça é "o texto mais popular do moderno teatro brasileiro". Sua obra mais conhecida, já foi montada exaustivamente por grupos de todo o país, além de ter sido adaptada para a televisão e para o cinema.
Em 1956, afasta-se da advocacia e se torna professor de Estética da Universidade Federal de Pernambuco, onde se aposentaria em 1994. Em 1976, defende sua tese de livre-docência, intitulada "A Onça castanha e a Ilha Brasil: uma reflexão sobre a cultura brasileira".
Ariano acredita que: "Você pode escrever sem erros ortográficos, mas ainda escrevendo com uma linguagem coloquial."

Movimento Armorial

Para maiores informações acesse o artigo completo sobre o Movimento Armorial.
Ariano foi o idealizador do Movimento Armorial, que tem como objetivo criar uma arte erudita a partir de elementos da cultura popular do Nordeste Brasileiro. Tal movimento procura orientar para esse fim todas as formas de expressões artísticas: música, dança, literatura, artes plásticas, teatro, cinema, arquitetura, entre outras expressões.
Obras de Ariano Suassuna já foram traduzidas para inglês, francês, espanhol, alemão, holandês, italiano e polonês.7

Academia Pernambucana de Letras

Em 1993, foi eleito para a cadeira 18 da Academia Pernambucana de Letras, cujo patrono é o escritor Afonso Olindense.

Lorbeerkranz.png Academia Brasileira de Letras

Desde 1990, ocupa a cadeira 32 da Academia Brasileira de Letras, cujo patrono é Manuel José de Araújo Porto Alegre, o barão de Santo Ângelo.

Academia Paraibana de Letras

Assumiu a cadeira 35 na Academia Paraibana de Letras em 9 de outubro de 2000, cujo patrono é Raul Campelo Machado, sendo recepcionado pelo acadêmico Joacil de Brito Pereira.

Obras selecionadas

  • Uma mulher vestida de Sol, (1947);
  • Cantam as harpas de Sião ou O desertor de Princesa, (1948);
  • Os homens de barro, (1949);
  • Auto de João da Cruz, (1950);
  • Torturas de um coração, (1951);
  • O arco desolado, (1952);
  • O castigo da soberba, (1953);
  • O Rico Avarento, (1954);
  • Auto da Compadecida, (1955);
  • O casamento suspeitoso, (1957);
  • O santo e a porca, (1957);
  • O homem da vaca e o poder da fortuna, (1958);
  • A pena e a lei, (1959);
  • Farsa da boa preguiça, (1960);
  • A Caseira e a Catarina, (1962);
  • As conchambranças de Quaderna, (1987);
  • Fernando e Isaura, (1956)"inédito até 1994".

Romance

Palestras

  • Defesa contra a teoria da evolução.

Poesia

  • O pasto incendiado, (1945-1970);
  • Ode, (1955);
  • Sonetos com mote alheio, (1980);
  • Sonetos de Albano Cervonegro, (1985);
  • Poemas (antologia), (1999).









segunda-feira, 21 de julho de 2014

JAMES GARNER

James Garner, (Norman, 7 de abril de 1928Los Angeles, 19 de julho de 2014)1 foi um premiado ator norte-americano.
Estrelou em diversas séries, com uma carreira de mais de 50 anos, incluindo os papéis como "Bret Maverick", na comédia de faroeste da década de 1950, Maverick, como "Jim Rockford", no drama policial na década de 1970, Arquivo Rockford e diversos filmes como The Great Escape, de 1963, estrelado por Steve McQueen.


RUBEM ALVES

Rubem Alves (Boa Esperança, 15 de setembro de 1933Campinas, 19 de julho de 2014) foi um psicanalista, educador, teólogo e escritor brasileiro, é autor de livros e artigos abordando temas religiosos, educacionais e existenciais, além de uma série de livros infantis.1
Bacharel em teologia pelo Seminário Presbiteriano do Sul, em Campinas, Mestre em Teologia e Doutor em Filosofia (Ph.D.) pelo Seminário Teológico de Princeton (EUA) e psicanalista. Lecionou no Instituto Presbiteriano Gammon, na cidade de Lavras, Minas Gerais, no Seminário Presbiteriano de Campinas, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Rio Claro e na UNICAMP, onde recebeu o título de Professor Emérito. Tinha um grande número de publicações, tais como crônicas, ensaios e contos, além de ser ele mesmo o tema de diversas teses, dissertações e monografias. Muitos de seus livros foram publicados em outros idiomas, como inglês, francês, italiano, espanhol, alemão e romeno.
Com formação eclética, transita pelas áreas de teologia, psicanálise, sociologia, filosofia e educação. Após ter lecionado em universidades, tinha um restaurante (a culinária foi uma de suas paixões e tema de alguns de seus textos), viveu em Campinas, onde mantinha um grupo, chamado Canoeiros, que se encontra semanalmente para leitura de poesias.
Sua mensagem é direta e, por vezes, romântica, explorando a essência do homem e a alma do ser. É algo como um contraponto à visão atual de homo globalizadus que busca satisfazer desejos, muitas vezes além de suas reais necessidades.
"Ensinar" é descrito por Alves como um ato de alegria, um ofício que deve ser exercido com paixão e arte. É como a vida de um palhaço que entra no picadeiro todos os dias com a missão renovada de divertir. Ensinar é fazer aquele momento único e especial. Ridendo dicere severum: rindo, dizer coisas sérias2 Mostrando que esta, na verdade é a forma mais eficaz e verdadeira de transmitir conhecimento. Agindo como um mago e não como um mágico. Não como alguém que ilude e sim como quem acredita e faz crer, que deve fazer acontecer.
Em alguns de seus textos, cita passagens da Bíblia, valendo-se de metáforas. No site A Casa de Rubem Alves encontram-se releituras e discussões de suas obras.
É cidadão honorário de Campinas onde recebeu a Medalha Carlos Gomes de contribuição à cultura.

Teologia

Autor do livro Da Esperança (Teologia da Esperança Humana), Rubem Alves é tido por muitos estudiosos como uma das mais relevantes personalidades no cenário teológico brasileiro; o fundador da reflexão sobre uma teologia libertadora, que em breve seria chamada de Teologia da Libertação.3 Via no Humanismo um messianismo restaurador e assim, desde os anos 60 participou do movimento latino-americano de renovação da teologia.
Sua posição liberal logo lhe trouxe graves problemas em seu relacionamento com o protestantismo histórico e especificamente presbiteriano. Foi questionado desde cedo por suas ideias e teve de abandonar o pastorado, tendo antes abandonado suas convicções doutrinárias ortodoxas.
Foi dessa experiência que surgiu o livro Protestantismo e Repressão, que busca elucidar os labirintos do cotidiano histórico deste movimento religioso. Escreveu ainda um livro em inglês que falava do futuro da humanidade, Filhos do Amanhã, onde tratou de como um futuro libertador dependia de categorias que a ciência ocidental havia desprezado.
Lançou ainda um livro chamado Variações sobre a vida e a morte, onde trata de construir uma teologia poética, preocupada com o corpo, com a vida em sua dimensão real.
Foi proibido de falar nos púlpitos da Igreja Presbiteriana do Brasil, o que não o impediu de ser convidado para pregar na Igreja Presbiteriana de Copacabana, no Rio de Janeiro, em 31 de outubro de 2003, por ocasião das comemorações pela Reforma Protestante.

Morte

Alves faleceu em 19 de julho de 2014, em Campinas, por falência múltipla de órgãos.4

Obra

sábado, 19 de julho de 2014

PHILIPP LAHM

Philipp Lahm Philipp Lahm (Munique, 11 de novembro de 1983) é um futebolista alemão que atua como lateral. Atualmente, joga pelo Bayern de Munique.
Lahm foi um dos principais jogadores e foi capitão da Seleção Alemã até sua última partida, tendo participado das três últimas Copas do Mundo, em 2006, 2010 e 2014. Na última, se sagrou tetracampeão mundial, tendo o privilégio de levantar a taça. Pelo Bayern de Munique, clube que o revelou, soma mais de 300 partidas no total.

Início

Philipp Lahm, começou a jogar profissionalmente no time B do Bayern de Munique. Ele era considerado um jovem muito talentoso por seus treinadores1 . Após este início, Lahm foi emprestado ao VfB Stuttgart para as temporadas 2003-04 e 2004-05.

VfB Stuttgart

Lahm fez sua estreia na Bundesliga no primeiro dia da temporada 2003-04 contra o Hansa Rostock, quando entrou como substituto aos 76 minutos do meio-campista Silvio Meissner.
Em janeiro de 2005 Lahm sofreu uma fratura no pé direito, e ficou fora dos gramados por quatro meses, fazendo o seu regresso em 9 de abril de 2005, contra o Schalke 04. Apenas cerca de cinco semanas depois (17 de maio de 2005) se machucou novamente, desta vez sofreu uma fratura no ligamento cruzado , que encerrou sua temporada e, simultaneamente, também a sua carreira no Stuttgart.2

Bayern de Munique

Em julho de 2005, Lahm voltou para o Bayern de Munique.3 . No entanto, o rompimento do ligamento cruzado que ele havia sofrido um pouco antes de seu retorno, o obrigou a iniciar no FC Bayern na reabilitação. Seu primeiro jogo na Bundesliga pelo Bayern foi contra o Arminia Bielefeld em novembro de 2005
Na temporada 2007-08 Bayern comprou o lateral esquerdo alemão Marcell Jansen e Lahm deveria ser revertido para a direita, tanto para acomodar Jansen e substituir o francês Willy Sagnol. Durante toda a temporada, havia vários rumores sugerindo que Lahm iria deixar o Bayern no verão de 2008, e ir para o FC Barcelona e que a transferência parecia estar quase certa.4 . Mas acabou renovando contrato com a equipe de Munique até 20 de junho de 2012. como razões para sua decisão de permanecer fiel ao Bayern afirmou que teve uma boa discussão com o gerente Uli Hoeneß e também o novo treinador Jürgen Klinsmann.
Durante a temporada 2009-10 no âmbito do novo treinador Louis van Gaal , Lahm foi capaz de jogar na sua posição preferida, como lateral-direito. Depois de algumas dificuldades no início da temporada, ele jogou uma de suas melhores temporadas, formando uma excelente parceria na ala direita com o meia holandês Arjen Robben , marcando um gol e dando 12 assistências em todas as suas partidas.5 . E sendo inclusive vice-campeão da Liga dos Campeões da UEFA de 2009-10, perdendo a final em Madrid contra a equipe italiana da Internazionale de Milão, Lahm também foi eleito como vice-capitão de Van Gaal.
Após a saída do capitão Mark van Bommel , em janeiro de 2011, Lahm foi feito o novo capitão para o restante da temporada 2010-11.6 .

Seleção Nacional

Lahm começou na seleção principal na UEFA Euro 2004 em Portugal e jogou 90 minutos em todos os três jogos. Embora a Alemanha não conseguiu passar da fase de grupos, o desempenho Lahm foi considerado promissor e muitos alemães o viram como a única coisa positiva sobre o torneio.
Jürgen Klinsmann viu Lahm como a primeira opção para a posição de defesa esquerdo. Ele marcou o primeiro gol da Copa do Mundo FIFA de 2006 na Alemanha contra a Costa Rica no sexto minuto, e a Alemanha terminou nessa copa na 3ª posição perdendo na semi-final para a Itália. Ele também foi o jogador alemão que mais jogou pela sua seleção além de ter sido eleito para a Seleção da Copa.
Fez parte também do grupo que integrou a UEFA Euro 2008 na Áustria e Suíça e agora com um novo treinador, Joachim Löw que havia sido assistente de Klinsmann durante quatro anos. Em 25 de junho de 2008, ele marcou o gol da vitória na semi-final contra a Turquia, aos 45 minutos do segundo tempo, e, foi eleito o homem do jogo.7 .
Em 29 de junho de 2008 Lahm jogou parte final da Euro 2008 contra a Espanha. Aos 33 minutos Xavi lançou uma bola que perfurou a defesa alemã e uma falta de comunicação entre Lahm e o goleiro alemão Jens Lehmann deixou Fernando Torres praticamente livre para fazer o gol e a Espanha ganhar o seu primeiro Campeonato da Europa em 44 anos.
Lahm como capitão da Seleção Alemã

Copa do Mundo de 2010

Após a retirada do capitão Michael Ballack da Copa do Mundo FIFA de 2010 na Africa do Sul, Lahm foi escolhido como capitão da equipe no torneio.8 . Em 13 de junho de 2010, ele foi capitão da seleção alemã no jogo de abertura Copa contra a Austrália, se tornando o jogador mais jovem a ser um capitão de equipe alemã em uma Copa do Mundo, durante esse jogo a sua equipe derrotou por 4-0 o adversário, se classificou em primeiro do Grupo D, mas novamente caiu em uma semi-final, dessa vez contra a equipe que já tinha tirado o título da Eurocopa do alemães e que mais tarde viriam a ser o novos campeões do mundo a Espanha sofrendo uma derrota por 1-0, gol de cabeça do zagueiro espanhol Puyol.

Aposentadoria da Seleção

No dia 18 de julho de 2014, aos 30 anos, anunciou sua aposentadoria da Seleção Alemã. Disputou sua primeira Copa em 2006, como lateral-esquerdo; em 2010, já capitão, era lateral-direito; no Brasil, ele atuou como volante nas quatro primeiras partidas e depois voltou ao lado direito da defesa. Foi considerado um dos melhores jogadores do torneio. Além das três Copas, Lahm participou das campanhas alemãs em três edições da Eurocopa: 2004, 2008 e 2012. A decisão do jogador tem como justificativa o fato de ele querer dedicar-se exclusivamente ao Bayern de Munique.9

Gols Internacionais

Philipp Lahm: Gols Internacionais10
# Data Local Adversário Placar Resultado Competição
1. 28 Abril 2004 Stadionul Giulesti, Bucareste, Roménia Flag of Romania.svg Romênia 1–5 1–5 Amistoso
2. 9 Junho 2006 Allianz Arena, Munique, Alemanha Flag of Costa Rica.svg Costa Rica 1–0 4–2 Copa do Mundo FIFA 2006
3. 25 Junho 2008 St. Jakob-Park, Basileia, Suíça Flag of Turkey.svg Turquia 3–2 3–2 UEFA Euro 2008
4. 3 Junho 2010 Commerzbank-Arena, Frankfurt, Alemanha Flag of Bosnia and Herzegovina.svg Bósnia e Herzegovina 1–1 3–1 Amistoso
5. 22 Junho 2012 PGE Arena, Gdańsk, Polônia Grécia Grécia 1-0 4–2 UEFA Euro 2012

Títulos

Bayern de Munique
Seleção Alemã

Individual

sexta-feira, 18 de julho de 2014

JOÃO UBALDO RIBEIRO

João Ubaldo Osório Pimentel (Itaparica, 23 de janeiro de 1941Rio de Janeiro, 18 de julho de 2014) foi um escritor, jornalista, roteirista1 e professor brasileiro, formado em direito e membro da Academia Brasileira de Letras. Foi ganhador do Prêmio Camões de 2008, maior premiação para autores de língua portuguesa.2 Ubaldo Ribeiro teve algumas obras adaptadas para a televisão e para o cinema, além de ter sido distinguido em outros países, como a Alemanha.3 É autor de romances como Sargento Getúlio, O Sorriso do Lagarto, A Casa dos Budas Ditosos, que causou polêmica e ficou proibido em alguns estabelecimentos,4 e Viva o Povo Brasileiro, tendo sido, esse último, destacado como samba-enredo pela escola de samba Império da Tijuca, no Carnaval de 1987.5 É pai do ator e Ex-VJ da MTV Bento Ribeiro. Faleceu na madrugada do dia 18 de Julho em sua casa, no Leblon, vítima de uma embolia pulmonar.

Juventude

Nascido na Bahia na casa do avô materno, quando completou dois meses de idade a família mudou-se para Aracaju, Sergipe, onde passou parte da infância. Seu pai, Manuel Ribeiro, advogado de renome na capital baiana, veio a ser o fundador e diretor do curso de Direito da Universidade Católica de Salvador. Sua mãe Maria Filipa Osório Pimentel deu à luz mais dois filhos: Sônia Maria e Manuel.

Formação

Seu pai, por ser professor, não suportava a ideia de ter um filho analfabeto6 e João iniciou seus estudos com um professor particular, em 1947. Alfabetizado, ingressou no Instituto Ipiranga, em 1948, ano em que leu muitos livros infantis, principalmente a obra de Monteiro Lobato.6 O pai de João sempre fora exigente, o que fez do garoto se empenhar intensamente nos estudos.nota 1
Em 1951 ingressou no Colégio Estadual Atheneu Sergipense, na capital sergipana. Prestava ao pai, diariamente, contas sobre os textos que havia lido e algumas vezes era obrigado a resumi-los e traduzir alguns de seus trechos. Afirma ter feito essas tarefas com prazer e, nas férias, estudava também o latim.6 Seu pai era chefe da Polícia Militar, e nessa época, passa a sofrer pressões políticas, o que o faz transferir-se com a família para Salvador. Na capital baiana João Ubaldo é matriculado no Colégio Sofia Costa Pinto. Em 1955 matriculou-se no curso clássico do Colégio da Bahia, conhecido como Colégio Central, onde conheceu seu colega Glauber Rocha. Em 1958 iniciou seu Curso de Direito na Universidade Federal da Bahia.
Em 1964, João Ubaldo parte para os Estados Unidos, através de uma bolsa de estudos conseguida junto à Embaixada norte-americana, para fazer seu mestrado em Ciência Política na Universidade da Califórnia do Sul

Jornalismo

Em 1957 estreia no jornalismo, trabalhando como repórter no Jornal da Bahia, sendo depois transferido para a Tribuna da Bahia, onde chegaria a exercer o posto de editor-chefe. Editou juntamente com Glauber Rocha, revistas e jornais culturais e participa do movimento estudantil (1958). Apesar de nunca ter exercido a profissão de advogado, foi aluno exemplar. Nessa mesma Universidade, concluído o curso de Direito, faz pós-graduação em Administração Pública.
Atualmente, João colabora nos editais O Globo, Frankfurter Rundschau (na Alemanha), Jornal da Bahia, Die Zeit7 (Alemanha), The Times Literary Supplement (Inglaterra), O Jornal (Portugal), Jornal de Letras (Portugal), O Estado de São Paulo, A Tarde e muitos outros, exteriores e nacionais.

Vida pessoal e viagens

João Ubaldo Ribeiro durante a recepção « O Rei da Noite » na ilha e cidade de Itaparica
Seu primeiro casamento foi em 1960 com Maria Beatriz Moreira Caldas, sua colega na Faculdade de Direito. Separaram-se após nove anos de vida conjugal. João passou boa parte de sua vida no exterior, em países como nos Estados Unidos (como estudante e, posteriormente, como professor convidado), em Portugal (editando em parceria com o jornalista Tarso de Castro a revista Careta) e na Alemanha (publicando crônicas semanais para o jornal Frankfurter Rundschau, além de produzir peças para o rádio).
Em 1964 partiu para os Estados Unidos, através de uma bolsa de estudos conseguida junto à Embaixada norte-americana, para fazer seu mestrado em Administração Pública e Ciência Política na Universidade da Califórnia do Sul. Na sua ausência, teve até sua fotografia divulgada pela televisão baiana, encimada com a palavra Procura-se.
Voltou ao Brasil em 1965 e começou a lecionar Ciências Políticas na Universidade Federal da Bahia. Ali permaneceu por seis anos, mas desistiu da carreira acadêmica e retornou ao jornalismo. Em 1969 casou-se com a historiadora Mônica Maria Roters, com quem tem duas filhas, Emília e Manuela. O casamento acabaria em 1978. Em 1980 casou-se com a fisioterapeuta Berenice Batella, com quem tem dois filhos, Bento e Francisca. Participa, em Cuba, do júri do concurso Casa das Américas, juntamente com o critico literário Antônio Cândido e o ator e dramaturgo Gianfrancesco Guarnieri. O primeiro prêmio foi concedido à brasileira Ana Maria Machado. Residindo em Portugal edita com o jornalista Tarso de Castro, a revista Careta.
Volta a residir no Rio de Janeiro em 1991 e, em 1994, é eleito para a Academia Brasileira de Letras. Participa no mesmo ano da Feira do Livro de Frankfurt, Alemanha, recebendo o Prêmio Anna Seghers, concedido somente a escritores alemães e latino-americanos.

Carreira literária

Em 1959 participou da antologia Panorama do Conto Baiano, com o conto Lugar e Circunstância; a antologia é publicada pela Imprensa Oficial da Bahia. Nesse período trabalha na Prefeitura de Salvador como office-boy do Gabinete e logo em seguida como redator do Departamento de Turismo. Em 1961, participa da coletânea de contos Reunião, editada pela Universidade Federal da Bahia, com os contos Josefina, Decalião e O Campeão.
Em 1963 escreveu seu primeiro romance, Setembro Não Faz Sentido, com prefácio do colega Glauber Rocha e apadrinhamento de Jorge Amado. O título original seria A Semena da Pátria, mas por sugestão da editora, João alterou o título.6 A Editora Civilização Brasileira lança, em 1971, o romance Sargento Getúlio, feito que garantiu a João o Prêmio Jabuti de 1972 concedido pela Câmara Brasileira do Livro, na categoria "Revelação de Autor". Segundo a crítica da época, o livro contém o melhor de Graciliano Ramos e o melhor de Guimarães Rosa.6
Publicou, em 1974, o livro de contos Vencecavalo e o outro povo, cujo título inicial era A guerra dos Pananaguás, pela Editora Artenova. Com tradução feita pelo próprio autor, vários romances tornaram-se famosos no exterior, entre eles o Sargento Getúlio que, lançado nos Estados Unidos em 1978, ganhou receptividade pela crítica do país. Em 1981 muda-se para Lisboa, Portugal e, voltando ao Brasil, publica Política - livro ainda adotado em faculdades6 e republicado como Já Podeis da Pátria Filhos -, além de iniciar colaboração no jornal O Globo. Sua produção jornalística nessa época foi reunida em 1988 no livro Sempre aos Domingos.
Em 1982 inicia o romance Viva o Povo Brasileiro (intitulado primeiramente como Alto lá, meu general). Nesse ano participou do Festival Internacional de Escritores, em Toronto, Canadá. Viva o povo Brasileiro é finalmente editado em 1984, e recebe o Prêmio Jabuti na categoria "Romance" e o Golfinho de Ouro, do Governo do Rio de Janeiro. Inicia a tradução do livro para a língua inglesa, tarefa que lhe consumiu dois anos de trabalho, a partir do qual preferiu utilizar o computador. Ao lado dos escritores Jorge Luis Borges e Gabriel Garcia Marquez, participa de uma série de nove filmes produzidos pela TV estatal canadense sobre a literatura na América Latina.
Em 1983, estreia na literatura infanto-juvenil com o livro Vida e paixão de Pandonar, o cruel. Em 1989 lança o romance O sorriso do lagarto. Sua segunda experiência na literatura infanto-juvenil apresenta-se em 1990 com o livro A Vingança de Charles Tiburone.
Neste ano João participa do já citado Frankfurter Rundschau e, retornando em 1991 ao país de origem, hospeda-se no Rio de Janeiro. Em 1994 lança o livro de crônicas Um brasileiro em Berlim, sobre sua estada na cidade. Publica, em 1997, o romance O feitiço da Ilha do Pavão, pela Editora Nova Fronteira. No mesmo ano, antes da publicação deste romance, João é hospitalado com fortes dores de cabeça devido uma queda.6 Fora escolhido, em 1999, um dos escritores em todo mundo para dar um depoimento ao jornal francês "Libération" sobre o milênio que se aproximava na época.
Em 2000, saíram várias reedições de seus livros na Alemanha, incluindo uma nova edição de bolso de Sargento Getúlio. O sorriso do lagarto foi publicado na França. "A casa dos Budas ditosos" foi traduzido para o inglês, nos Estados Unidos. Viva o povo brasileiro foi indicado para o exame de Agrégation, um concurso nacional realizado na França para os detentores de diploma de graduação.
Seus principais romances são Sargento Getúlio, Viva o Povo Brasileiro e O Sorriso do Lagarto, no qual expressa com bastante vivacidade e imaginação exuberante aspectos políticos e sociais da vida nordestina e brasileira.
Um dos grandes criadores de artigos jornalísticos no Jornal Bahia (Jornal a Tarde), onde esses além de serem críticos-educativos, fortalecem a construção política da sociedade que tem acesso aos seus materiais.

Reconhecimento

João é detentor da cátedra de Poetik Dozentur (Docente em poesia) na Universidade de Tübigen, Alemanha e também consagrado na Avenida Marquês de Sapucaí. Seu livro Viva o povo brasileiro foi escolhido como samba-enredo da escola Império da Tijuca para o carnaval do ano de 1987. Em 1993 foi eleito para a cadeira 34 da Academia Brasileira de Letras, na vaga aberta com a morte do jornalista Carlos Castello Branco. Participou em 1994 da Feira do Livro de Frankfurt, Alemanha, recebendo o Prêmio Anna Seghers, concedido somente a escritores alemães e latino-americanos. Em 2008 recebeu o Prêmio Camões pelo "alto nível de sua obra literária", "especialmente densa das culturas portuguesa, africanas e dos habitantes originais do Brasil".8 Ele foi o oitavo brasileiro a ganhar o prêmio. Especula-se que o valor do prêmio foi 100 mil euros, semelhante ao que foi pago a António Lobo Antunes, ganhador do Camões de 2007.

Estilo literário

O estilo literário de João Ubaldo Ribeiro é basicamente traçado pela ironia e pelo contexto social do Brasil, abrangendo também cultura portuguesa e cultura africana. Antônio Olinto, escritor, crítico literário, diplomata e também membro da Academia Brasileira de Letras, diz que Ubaldo constrói sua estrutura muitas vezes começando a história pelo meio, como se ela já houvesse existido antes.9 "Mas como falar deste país sem o lanho do humor? Em tudo insere João Ubaldo a visão do humorista, que vê o que não aparece, identifica a nudez das gentes, entende os pensamentos ocultos", diz Olinto, no mesmo artigo.9 Segundo ele, em Ubaldo Ribeiro o humor atinge seu auge em Vencecavalo e o Outro Povo.9
Olinto também reforça que "no fundo, chega João Ubaldo à criação de um país e de um povo, país dele e povo dele, mas também país que existe fora das palavras e povo que ri fora e dentro das palavras. As duas realidades - a real, que envolve o caminho de cada brasileiro e a realidade não menos real, mas com outras vestiduras - mesclam-se na obra de João Ubaldo de tal maneira que ele acaba promovendo uma invenção do Brasil e uma invenção de cada um de nós. Nisso - e no modo como pega no país para o mostrar pelo avesso, e nas gentes desse país, para mostrá-las de cara lavada - provoca uma reação de espanto e incredulidade."9 Para Antonio, João Ubaldo é o "porta-voz" do Brasil, devido os inúmeros materiais produzidos por ele quanto às condições sociais que condizem com a atualidade nacional.9 Essas análises, não só encontradas em livros, podem ser descobertas também na grande gama de artigos escritos por Ubaldo em diversos jornais do país.9 No artigo, Olinto termina dizendo que "inventando um país, João Ubaldo inventou-se a si mesmo e foi eleito pelos seus leitores o porta-voz deste país."9

Cinema e Televisão

João teve várias de suas obras adaptadas para o cinema e para a televisão, tendo, inclusive, participado no processo de criação delas:
  • Seu livro Sargento Getúlio tornou-se um filme premiado em 1983, dirigido por Hermano Penna e protagonizado por Lima Duarte (Sargento Getúlio (filme));nota 2
  • Quando voltou a residir no Rio de Janeiro em 1991, voltando do exterior, seu romance O sorriso do lagarto foi adaptado para uma minissérie na Rede Globo,nota 3 tendo como protagonistas os atores Tony Ramos, Maitê Proença e José Lewgoy;
  • Em 1993 adaptou O santo que não acreditava em Deus para a série Caso Especial, da Rede Globo, que teve Lima Duarte no papel principal;nota 4
  • Em 1997, ano em que foi internado devido às dores de cabeça, o cineasta Cacá Diegues comprou os direitos de filmagem do livro Já podeis da pátria filhos, embora o filme não tenha sido produzido;
  • Em 1998, vendeu os direitos autorais de Viva o povo brasileiro para o cineasta André Luis Oliveira;
  • No ano seguinte, juntamente com Cacá Diegues, escreveu o roteiro de Deus é Brasileiro, em cima de seu conto O santo que não acreditava em Deus.nota 5

Obras selecionadas

Romances

Contos

Crônicas

  • Sempre aos domingos - 1988
  • Um brasileiro em Berlim - 1995
  • Arte e ciência de roubar galinhas - 1999
  • O Conselheiro Come - 2000
  • A gente se acostuma a tudo - 2006
  • O Rei da Noite - 2008

Ensaios

  • Política: quem manda, por que manda, como manda - 1981

Literatura infanto-juvenil

Lorbeerkranz.png Academia Brasileira de Letras

Ocupava a cadeira 34 da Academia Brasileira de Letras, eleito em 7 de outubro de 1993 na sucessão de Carlos Castelo Branco. Foi recebido pelo acadêmico Eduardo Portella em 8 de junho de 1994.




Precedido por Olga Savary Jabuti 01.jpg Prêmio Jabuti - Autor revelação - Literatura adulta
1972
Sucedido por Ana Maria Martins
Precedido por Rubem Fonseca Jabuti 01.jpg Prêmio Jabuti - Romance
1985
Sucedido por Rubem Mauro Machado
Precedido por Carlos Castelo Branco Lorbeerkranz.png ABL - sétimo acadêmico da cadeira 34
1993 — 2014
Sucedido por
Precedido por António Lobo Antunes Prêmio Camões
2008
Sucedido por Arménio Vieira