(São Paulo, 20 de junho de 1943 — São Paulo, 11 de julho de 20141 ) foi um médico, jornalista e locutor esportivo brasileiro.2
Foi comentarista esportivo no programa Jogo Aberto e no Terceiro Tempo. Comentou também algumas transmissões de futebol e outros esportes da Band.
Enquanto fazia o curso de medicina na PUC-SP de Sorocaba, escrevia no jornal Cruzeiro do Sul
e participava dos programas esportivos da Rádio Cacique. Em 1966 passa a
ser redator da revista do Corinthians e ao mesmo tempo do jornal
Coringão.
Durante o curso de jornalismo na Faculdade Cásper Líbero em São Paulo, foi convidado por Roberto Petri para trabalhar na TV Gazeta
e na Rádio Gazeta em 1978, durante a Copa do Mundo da Argentina. Era
narrador de TV, comentarista da rádio e participava da Mesa Redonda com
Petri, Milton Peruzzi, Zé Italiano, Peirão de Castro, Rubens Pecci,
Dalmo Pessoa, José Silveira, Geraldo Blota e Sérgio Baklanos. Formou-se
em jornalismo no ano seguinte. Em 1980 passou a ser locutor da TV Globo e
depois de três anos foi para a TV Bandeirantes tendo sido o primeiro
narrador do Show do Esporte na equipe de Luciano do Valle que tinha ainda Juarez Soares, Jota Jr, Elia Jr, Eli Coimbra, Luiz Ceará, Eduardo Savóia, dentre outros.
Em 1986, convidado por Sílvio Santos, vai para o SBT para comandar a equipe de esportes que tinha Juca Kfouri como comentarista e Jorge Kajuru como repórter. Após a Copa do Mundo do México, volta para a Band para cobrir os Jogos Olímpicos de Seul e em seguida passa a chefiar em São Paulo a equipe de esportes da TV Manchete, onde trabalhou com João Saldanha, Paulo Stein, Márcio Guedes, Alberto Léo, Antônio Pétrin, José Carlos Conti e Mariana Godoy.[carece de fontes]
Em 1992, retorna ao SBT ao lado de Juarez Soares, Orlando Duarte, Silvio Luiz, Luiz Alfredo, Oscar Ulisses , Nivaldo Prieto, Eli Coimbra, Antônio Petrin,
entre outros profissionais. Em 1999 trabalhou na PSN, emissora
americana de canal fechado no Brasil e em 2000 tem rápida passagem pela TV Cultura no programa Cartão Verde, junto com Juarez Soares e Flávio Prado.
No mesmo ano começa seus trabalhos na TV Record, como locutor,
comentarista e apresentador. Fica 7 anos nos programas Debate Bola e
Terceiro Tempo comandados por Milton Neves. Em agosto de 2007 foi convidado a voltar para a TV Bandeirantes.
Osmar de Oliveira, torcedor do Sport Club Corinthians Paulista, foi o
único jornalista esportivo que trabalhou em todos os canais de
televisão aberta em São Paulo.[carece de fontes]
Em 11 de julho de 2014, por volta de 18h30min, sofreu um infarto e passou por uma cirurgia no Hospital São Luiz.
Charles Hardin Holley (Lubbock, 7 de setembro de 1936 – Clear Lake, 3 de fevereiro de 1959), mais conhecido como Buddy Holly, foi um influente guitarrista, cantor e compositor estadunidense e pioneiro do rock and roll.
Embora seu sucesso tenha durado apenas um ano e meio antes de sua morte, em um acidente aéreo em 1959, conhecido como O Dia em que a Música Morreu (The Day the Music Died), em que morreram também os cantores Ritchie Valens e J.P. Richardson, Holly é descrito pelos críticos como "a força criativa mais influente dos primórdios do rock".2 Seus trabalhos e inovações inspiraram e influenciaram tanto seus contemporâneos quanto futuros músicos, notavelmente The Beatles, The Rolling Stones, Eric Clapton, Don McLean e Bob Dylan, exercendo uma contribuição significante na música pop.3
O nome de Holly foi um dos primeiros a serem incluídos no Hall da Fama do Rock and Roll quando de sua fundação em 1986.4 Em 2004, ele foi listado pela revista Rolling Stone na 13ª colocação entre os "Maiores Artistas de Todos os Tempos".5 Foi considerado o 80º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.6
Em 7 de setembro de 2011, dia em que completaria 75 anos de idade, Buddy Holly finalmente ganha sua estrela na Calçada da Fama, em Hollywood.7
Holly nasceu em Lubbock, Texas, Estados Unidos. Os Holleys eram uma família de músicos e cedo Buddy aprendeu a tocar violino, piano e guitarra. Ainda adolescente, já tocava como profissional num duo de música country. A sua grande oportunidade surgiu quando fez a abertura de um concerto de Bill Haley and The Comets num espectáculo local. Assinou contrato pela Decca Records para uma gravação a solo, mas o seu sucesso prematuro iludiu-o.
De volta a Lubbock, Holly formou a sua própria banda, The Crickets, e começou a gravar discos no estúdio do produtor Norman Petty em Clovis, Novo México. Entre as músicas que gravou, encontrava-se "That'll Be The Day", no qual foi buscar o título em uma frase que o ator John Wayne repetia ao longo do filme The Searchers. Norman tinha conhecimentos da indústria musical, e como acreditava que "That'll Be The Day"
seria um grande sucesso, fez contactos com editoras. A Coral Records,
subsidiária da Decca na época, contratou Buddy e os Crickets, pondo-o na
caricata situação de ter dois contratos ao mesmo tempo.
A música de Holly era sofisticada para seu dias, incluindo o uso de novos instrumentos (para o rock and roll). Holly era um bom guitarrista rítmico, notável em músicas como "Peggy Sue" e "Not Fade Away".
Holly podia fazer músicas do tipo garoto-ama-garota como o melhor de
seus contemporâneos, outras músicas tinham letras mais sofisticadas,
harmonias e melodias muito bem trabalhadas e complexas, que nunca foram
mostradas no genêro.
Holly também conseguiu controlar algumas das "guerras" raciais que
puntuavam o rock, conseguiu ganhar uma platéia quase toda de negros,
quando acidentalmente tocou no Teatro Apollo em Nova York (Diferente do que aparece no filme de sua biografia, levou muitas perfomances para a audiência se convencer de seu talento).
Depois do lançamento de muitas músicas de sucesso, em março de 1958, ele e os Crickets fizeram uma turnê pela Inglaterra. Na audiência, havia dois adolescentes que futuramente entrariam para a história do rock. Um deles era um jovem chamado Paul McCartney, que depois citou Holly como uma de suas principais influências (o nome da sua banda The Beatles, foi escolhida boa parte, em função do nome da banda de Holly, The Crickets). O outro era Mick Jagger que também recebeu forte influência musical de Holly, tanto que um dos primeiros sucessos de sua banda, os Rolling Stones, foi uma versão de "Not Fade Away", e até hoje eles a tocam em suas apresentações. O estilo pessoal de Holly, mais controlado e cerebral que Elvis Presley, e mais jovial e inovador que os astros western
de sua época, teve uma influência na cultura jovem nos dois lados do
atlântico por décadas, refletindo particulamente na música new wave, movimento de artistas como Elvis Costello e Marshall Crenshaw, e também em bandas anteriores, como The Byrds e The Turtles.
Buddy Holly casou-se com Maria Elena Santiago em 15 de agosto de 1958, na casa da família de Holly, em Lubbock.8
Morte
Em 1959, Holly saiu dos Crickets e começou uma carreira solo com outros artistas famosos, incluindo os cantores Ritchie Valens e J.P. Richardson.
Depois de uma performance no dia 2 de fevereiro no Surf Ballroom em Clear Lake, Iowa, o pequeno avião Beechcraft Bonanza,
no qual viajava com mais 2 passageiros, caiu no milharal de Albet Juhl,
algumas milhas depois, às 1:05 da manhã. A queda matou Holly, Valens,
Richardson e o piloto Roger Peterson. Esse evento inspirou o cantor Don McLean a criar uma popular música de 1971, chamada "American Pie", e imortalizou o dia 3 de fevereiro como "o dia em que a música morreu". Serviços de funeral foram requisitados na Igreja Batista em Lubbock, Texas, e Buddy Holly foi enterrado no Cemitério de Lubbock, Lubbock, Texas nos Estados Unidos.9 Sua esposa, Maria Elena Santiago, não compareceu ao enterro de Buddy.8
Tributos
Monumento no local do acidente
Em 1988, Ken Paquette, um morador de Wisconsin
e fã de rock dos anos 50, erigiu um monumento de aço que representava
uma guitarra e um set de três discos pontuados pelos nomes dos três
artistas mortos no acidente aéreo. Ele também criou um monumento
similiar perto de Riverside Ballroom, em Green Bay, Wisconsin.
O enredo dramático da vida de Holly inspirou um filme de Hollywood, chamado The Buddy Holly Story, pelo qual o ator americano Gary Busey recebeu uma indicação ao Oscar de "Melhor Ator". O filme daria origem também a um musical da Broadway.
Buddy Holly é considerado um dos fundadores do rock'n'roll e um de
seus músicos mais influentes. Embora sua carreira tenha terminado tão
cedo, o trabalho deixado por ele é considerado um dos melhores da
história do rock e sua música influenciaria não apenas seus
contemporâneos, mas também à direção futura que a música tomaria.
Em 5 de setembro de 1980, em Lubbock, foi inaugurada uma estátua de
Buddy Holly em bronze, construída pelo escultor americano Grant Speed,
de Utah. A estátua tem 2 metros e 60 centímetros de altura e pesa pouco mais de 1 tonelada (1000 quilos).10
Discografia
Estúdio
Buddy Holly lançou apenas três álbuns durante sua vida. Entretanto,
suas gravações foram tão prolíficas em quantidade, que a Coral Records
foi capaz de lançar novos álbuns e singles do cantor pelos próximos 10
anos após sua morte. A qualidade técnica destas gravações que Buddy
deixou compreende, em sua maioria, gravações de estúdio, sendo algumas
de qualidade e outras simplesmente gravações caseiras.
- 1957 The "Chirping" Crickets
- 1958 Buddy Holly
- 1958 That'll Be the Day
- 2004 Chirping Crickets: 4 Bonus Tracks
- 2004 Buddy Holly: 3 Bonus Tracks
Coletâneas (seleção)
Após a morte de Buddy Holly, em 1959, foram lançadas inúmeras
coletâneas, algumas oficiais, outras não. Dentre elas, devemos mencionar
Giant (1969), que contém gravações caseiras; The Buddy Holly Story
Vol.1 & 2 (1959 e 1960 respectivamente), From The Original Master
Tapes (1985) e Memorial Collection (2009), com 3 CDs.
- 1959 The Buddy Holly Story
- 1960 The Buddy Holly Story, Vol. 2
- 1961 That'll Be the Day
- 1963 Reminiscing
- 1964 Showcase
- 1965 Holly In The Hills
- 1966 The Best of Buddy Holly
- 1967 Buddy Holly's Greatest Hits
- 1969 Giant
- 1970 Buddy Holly's Greatest Hits, Volume 2
- 1971 Good Rockin
- 1971 Remember
- 1972 Buddy Holly: A Rock & Roll Collection
- 1974 Legend
- 1975 Rave On
- 1975 The Buddy Story
- 1975 The Nashville Sessions
- 1977 Western & Bop
- 1978 Buddy Holly & The Crickets 20 Golden Greats
- 1979 The Complete Buddy Holly
- 1982 The Great Buddy Holly
- 1983 For the First Time Anywhere
- 1985 From The Original Master Tapes
- 1989 20 Golden Greats: Buddy Holly
- 1989 True Love Ways
- 1991 Golden Greats
- 1993 Words Of Love
- 1993 The Buddy Holly Collection
- 1994 That'll Be the Day
- 1994 Greatest Hits
- 1994 Cover To Cover
- 1995 The Buddy Holly Tapes
- 1999 20th Century Masters: The Millennium Collection
- 1999 The Very Best of Buddy Holly
-
- 2001 Peggy Sue
- 2001 Love Songs
- 2001 Forever 22 With The Picks
- 2001 The Buddy Holly Story
- 2002 The Singles Plus
- 2002 Only The Love Songs
- 2002 The Best of Buddy Holly
- 2003 Reminiscing
- 2003 Singles Collection: Complete Coral Singles
- 2005 Gold
- 2005 The Ultimate Collection
- 2006 Definitive Collection
- 2009 Down the Line: Rarities
- 2009 Memorial Collection
Edith Minturn "Edie" Sedgwick (20 de abril de 1943 - 16 de novembro 1971) foi uma herdeira americana, socialite, atriz e modelo de moda. Ela é mais conhecida por ser uma das superstars de Andy Warhol .
Sedgwick ficou conhecido como "A Garota do Ano" em 1965, depois de
estrelar vários curtas-metragens de Warhol na década de 1960. [1] [2] Ela foi apelidada de " It Girl ", [3] enquanto Vogue revista também nomeou um " Youthquaker ". [4]
A família de Sedgwick foi estabelecida há muito tempo em Massachusetts história. Seu sétimo bisavô, Inglês-nascido Robert Sedgwick , [5] foi o primeiro Major General da Massachusetts Bay Colony estabelecendo-se em Charlestown, Massachusetts , em 1635. [6] A família de Sedgwick mais tarde originou de Stockbridge, Massachusetts , onde sua grande-grande- bisavô juiz Theodore Sedgwick tinha resolvido após a Revolução Americana . Theodore casado Pamela Dwight da família da Nova Inglaterra Dwight [7] , que era filha de Abigail (née Williams) Dwight. Efraim Williams , o fundador da Williams College , foi o quinto-bisavô de Sedgwick. [8] O juiz Theodore Sedgwick foi a primeira para defender e ganhar um caso para a liberdade de uma mulher negra, Elizabeth Freeman , sob a Carta de Direitos Massachusetts declarou que todos os homens sejam nascem livres e iguais. [9] Seu tatara-tatara-tatara avô paterno, William Ellery , foi signatário da Declaração de Independência dos Estados Unidos . [9]
De Sedgwick mãe Alice era a filha de Henry Wheeler de Forest , o Presidente e Presidente do Conselho de Administração da Southern Pacific Railroad e um descendente direto de Jessé de Forest cujo holandesa Companhia das Índias Ocidentais ajudou a resolver New Amsterdam . [10] Jessé de Forest era . também sétima bisavô de Edie [11] Seu avô paterno foi o historiador e aclamado autor Henry Dwight Sedgwick III ; sua bisavó, Susanna Shaw, era irmã de Robert Gould Shaw , a Guerra Civil Americana Coronel; e seu tataravô, Robert Bowne Minturn , era proprietário de uma parte do Flying Cloud veleiro e é creditado com a criação e promoção de Central Park em Nova York. [12] Ela foi a primeira primo, uma vez removidos, da atriz Kyra Sedgwick .
Kyra é a filha de Henry Dwight Sedgwick V (primo de Edie), filho de
Robert Minturn Sedgwick, que era o irmão mais velho de Francisco Minturn
Sedgwick.
Edie Sedgwick era o sétimo de oito filhos nascidos em Santa Barbara, Califórnia , a Alice Delano de Forest (1908-1988) e Francis Minturn Sedgwick (1904-1967), um filantropo, rancheiro e escultor. [13] Ela foi nomeada após sua A tia do pai, Edith Minturn, que foi famosamente pintado com seu marido, Isaac Newton Phelps-Stokes , por John Singer Sargent . [14]
Apesar da riqueza da família de Sedgwick e alto status social, sua infância foi incomodado. Todas as crianças Sedgwick teve relações profundamente em conflito com seu pai (a quem os filhos chamados "fuzzy").
As crianças adoravam fuzzy mas pela maioria das contas ele era
narcisista, emocionalmente remoto, controle e freqüentemente abusiva. Sedgwick também tinha uma relação muito difícil com seu pai, que abertamente continuou casos com outras mulheres. Em uma ocasião, ela entrou com ele enquanto ele estava fazendo sexo com uma de suas amantes. Ela voou em uma raiva, mas difusa alegou que Sedgwick imaginado todo o evento. Como resultado de seus problemas emocionais, Sedgwick desenvolveu anorexia por sua adolescência e se estabeleceram em um padrão ao longo da vida de compulsão e purgação .
As crianças Sedgwick foram criados em fazendas da Califórnia da sua família. Inicialmente educado em casa e cuidadas por babás, as suas vidas foram rigidamente controlado por seus pais; eles foram em grande parte isolado do mundo exterior e foi instilado-lhes que eles eram superiores à maioria de seus pares. Aos 13 anos, (o ano de seu avô Henry Sedgwick morreu) Sedgwick começou a embarcar na Escola Branson , perto de San Francisco. De acordo com sua irmã mais velha Alice "Saucie" Segwick, ela logo foi retirado da escola por causa de sua anorexia. Em 1958, ela foi matriculada em St. Escola de Timóteo em Maryland . Ela acabou sendo levado para fora da escola devido a sua anorexia.
No outono de 1962, por insistência de seu pai, Sedgwick foi cometido com o privado hospital psiquiátrico Prata Hospital Colina em New Canaan, Connecticut . À medida que o regime era muito frouxa, Sedgwick facilmente manipulado a situação no Silver Hill e seu peso ficava pingando. Ela foi mais tarde enviado para Bloomingdale , o Westchester County, New York divisão da New York Hospital , onde seu anorexia melhoraram significativamente.
Em todo o tempo que ela saiu do hospital, ela teve um breve
relacionamento com um estudante de Harvard, tornou-se grávida e
adquirido um aborto com a ajuda de sua mãe.
No outono de 1963, mudou-se para Sedgwick Cambridge, Massachusetts e começou a estudar escultura com seu primo, o artista Lily Saarinen . Saarinen disse de sua prima Sedgwick, "Ela era muito insegura sobre os homens, apesar de todos os homens a amava". [15] [16]
Durante este período, ela festejava com os membros de uma franja boêmio
elite da cena social de Harvard, que incluiu muitos homens gays.
Sedgwick foi profundamente afetado pela perda de seus irmãos mais
velhos, Francis, Jr. (conhecido como "Minty") e Robert (conhecido como
"Bobby"), que morreu em 18 meses um do outro.
Francis Sedgwick, que teve uma relação particularmente descontente com
Difusa, sofreu várias avarias, acabou cometendo suicídio em 1964,
enquanto comprometidos no Hospital do Monte de Prata. Seu irmão mais velho segundo Robert Sedgwick, que também sofria de problemas de saúde mental, morreu em um acidente de moto na noite de Ano Novo de 1965.
Pouco antes da morte de seu irmão mais velho Francis em 1964, Sedgwick
se mudou para Nova York para seguir a carreira de modelo. Em torno deste tempo, ela começou a fazer experiências com drogas e teria sido [ carece de fontes? ], introduziu a LSD por amigos de Cambridge que sabiam Timothy Leary e Richard Alpert (dois professores de Harvard proeminentes que opinou um valor espiritualista alegado de LSD).
Em março de 1965, Sedgwick conheceu artista e avant-garde cineasta Andy Warhol em um jantar realizado no Lester Persky apartamento 's. Warhol foi imediatamente impressionado com o fundo de Sedgwick e sua beleza e convidou ela e seu amigo Chuck Wein para visitá-lo em seu estúdio de arte apelidado The Factory . Durante uma dessas visitas, Warhol estava filmando Vinyl , a sua interpretação do romance A Clockwork Orange . Apesar elenco masculino do Vinil, Warhol colocou Sedgwick no filme. Ela também fez uma pequena aparição em outro filme de Warhol, a cavalo, quando ela entrou para o final do filme.
Embora as aparições de Sedgwick em ambos os filmes foram breves,
geraram tanto interesse que Warhol decidiu criar um veículo no qual ela
pudesse estrelar.
O primeiro desses filmes, Poor Little Rich Girl , foi originalmente concebido como parte de uma série de filmes com Sedgwick chamado The Saga Menina Poor Little Rich. A série foi incluir Menina Poor Little Rich Restaurant, Face e da tarde. As filmagens de Poor Little Rich Girl começou em março de 1965, em apartamento de Sedgwick. Como a maioria dos de Warhol avante garde filmes, Girl Poor Little rico viu um lançamento limitado nos cinemas de filmes subterrâneos e visões na fábrica. O próximo filme de Sedgwick por Warhol foi Kitchen (1965). Escrito por Fábrica roteirista Ronald Tavel , as estrelas de cinema Sedgwick, Rene Ricard , Roger Trudeau , Donald Lyons e Elecktrah. Depois de Cozinha, Chuck Wein substituído Ronald Tavel como roteirista e assistente de direção para as filmagens de Beauty No. 2 , em que Sedgwick apareceu com Gino Piserchio .
Os filmes de Warhol não eram comercialmente bem-sucedido e raramente
visto fora do círculo de fábrica e salas de cinema subterrâneas, mas a
notoriedade de Sedgwick cresceu. Grande mídia começou a informar sobre suas aparições em filmes de Warhol e seu senso de moda incomum.
Durante este período, ela desenvolveu a sua "marca registrada" look -
collants pretos, mini vestidos, e grandes brincos chandelier.
Sedgwick também cortou o cabelo naturalmente castanho curto e colori-o
com spray prata, criando uma aparência semelhante às perucas Warhol
usava. Warhol batizado dela sua "Superstar" e os dois foram fotografados juntos em vários eventos sociais.
Ao longo de 1965, Sedgwick e Warhol continuou a fazer filmes juntos - Outer e Inner Space, Prisão, Lupe e Chelsea Girls .
No entanto, ao final de 1965, a relação de Sedgwick e Warhol se
deteriorou e Sedgwick pediu que Warhol não mostram qualquer um de seus
filmes. O vídeo editado de Sedgwick em Chelsea Girls acabaria por se tornar o filme da tarde.
Lupe é muitas vezes pensado para ser o último filme de Warhol Sedgwick, mas Sedgwick filmado The Andy Warhol história com Rene Ricard em novembro de 1966, quase um ano depois de ter filmado Lupe. The Andy Warhol história foi um filme inédito que só foi exibido uma vez na fábrica. O filme contou com Sedgwick, junto com Ricard, satiricamente fingindo ser Andy Warhol.
Após seu afastamento de círculo íntimo de Warhol, Sedgwick começou a viver no Chelsea Hotel , onde ela se tornou próximo de Bob Dylan . Dylan e seus amigos finalmente convenceu Sedgwick se inscrever com Albert Grossman , empresário de Dylan. De acordo com Paul Morrissey
, Sedgwick tinha desenvolvido uma paixão por Dylan que ela pensou que
ele retribuiu e estavam começando um relacionamento romântico. Ela também tinha a impressão de que ela e Dylan iria estrelar um filme comercial juntos. Sem o conhecimento de Sedgwick, Dylan tinha secretamente se casou com sua namorada Sara Lownds
em novembro de 1965. Morrissey afirmou que Sedgwick foi informado do
casamento por Warhol (que teria ouvido falar dele através de seu
advogado), em fevereiro de 1966. Amigos de Sedgwick de disse mais tarde
que ela viu o suposta oferta de fazer um filme com Dylan como um bilhete
para uma carreira no cinema mainstream.
Paul Morrissey afirmou que Dylan provavelmente nunca tinha planos para
estrelar um filme com Sedgwick e Dylan "... não tinha sido sincero". [17]
Desde a morte de Sedgwick, Bob Dylan tem rotineiramente negou que ele
já teve um relacionamento amoroso com Sedgwick, mas admitiu a
conhecê-la. Em dezembro de 2006, algumas semanas antes do lançamento de uma semana do polêmico Factory Girl , [18] a Weinstein Company e os produtores do filme entrevistados irmão mais velho de Sedgwick, Jonathan, que disse que Sedgwick disse-lhe que ela tinha abortado um bebê que ela dizia ser Dylan . [19] Jonathan Sedgwick afirmou que Edie teve o aborto logo depois de ter sido ferido em um acidente de moto.
Como resultado do acidente, os médicos consignado-la a um hospital
psiquiátrico, onde foi tratado por dependência de drogas. "Não existem
registros hospitalares ou registros familiares Sedgwick para suportar
esta história. No entanto, o irmão de Segwick também alegou" Staff
descobriu que ela estava grávida, mas, temendo que o bebê tinha sido
danificado por seu uso de drogas e anorexia, forçou-a a fazer o aborto
". [20] [21]
Durante a maior parte de 1966, Sedgwick estava envolvido em um relacionamento intenso, mas incomodado com o amigo de Dylan, Bob Neuwirth . Durante este tempo, ela se tornou cada vez mais dependente de barbitúricos .
No início de 1967, incapaz de lidar com o abuso de drogas de Sedgwick e
comportamento errático, Neuwirth rompeu seu relacionamento.
Depois de romper com Andy Warhol ea cena Factory, Sedgwick tentou forjar uma carreira de ator legítimo. Ela fez o teste para Norman Mailer play 's The Deer Park,
mas Mailer achou que ela "não era muito bom ... Ela usou muito de si
mesma com cada linha que sabia que ela ia ser imolada depois de três
performances". [22]
Em março de 1967, Sedgwick começou a atirar Ciao! Manhattan , um filme semi-autobiográfico subterrâneo co-dirigido por John Palmer e David Weisman . Devido à rápida deterioração da saúde de Sedgwick do uso de drogas, as filmagens foram suspensas.
Depois de mais hospitalizações por abuso de drogas e problemas mentais
em 1968 e 1969, Sedgwick voltou a fazenda de sua família na Califórnia
para se recuperar.
Em agosto de 1969, ela foi novamente hospitalizada na ala psiquiátrica
do Hospital Cottage depois de ser preso por crimes de drogas pela
polícia local. Enquanto no hospital, Sedgwick conheci outro paciente, Michael Brett Post, com quem se casaria em julho de 1971.
Sedgwick foi internado mais uma vez no verão de 1970, mas foi libertado
sob a supervisão de um psiquiatra, duas enfermeiras, eo live-in cuidado
do cineasta John Palmer e sua esposa Janet. Profundamente determinado a terminar Ciao! Manhattan e têm sua história contada, Sedgwick reconectado com Ciao! Cineastas Manhattan e começou a atirar em Arcadia, Califórnia
e Santa Bárbara, no final de 1970. Ela também gravou fitas de áudio
refletindo sobre sua história de vida que permitiu Weisman e Palmer para
incorporar sua contas em arco dramático do filme. As filmagens concluída no início de 1971. O filme não seria lançado até fevereiro de 1972.
Sedgwick se casou com Michael Post em 24 julho de 1971, um paciente
companheiro que ela conheceu enquanto comprometidos com o Hospital
Cottage, no verão de 1970. Influência Sub Post, ela teria parado
abusando de álcool e outras drogas por um curto período de tempo. Sua sobriedade durou até outubro 1971, quando ela foi prescrita medicação para dor para tratar uma doença física. Sedgwick logo começou a abusar de barbitúricos e álcool.
Na noite de 15 de Novembro de 1971 Sedgwick foi a um desfile de moda no Museu de Santa Barbara , um segmento que foi filmado para a televisão mostrar uma família americana . [23] Após o desfile, ela participou de uma festa, onde ela bebeu álcool. Ela, então, ligou para o marido para buscá-la. No caminho para casa, Sedgwick expressou pensamentos de incerteza sobre seu casamento. [24] Antes que ambos dormiram, Pós deu Sedgwick o medicamento que havia sido prescrito para ela.
De acordo com o Post, Sedgwick começou a cair no sono muito rapidamente
e sua respiração era "ruim - parecia que havia um grande buraco em seus
pulmões", mas ele atribuiu isso a ela hábito de fumar pesado e fui
dormir. [25]
Quando Pós acordou na manhã seguinte, às 07h30, Sedgwick estava morto. Segundo o legista sua morte como "indeterminada / acidente / suicídio". Seus estados atestado de óbito a causa imediata foi "intoxicação aguda barbitúrico provável" devido a intoxicação por etanol. De Sedgwick nível de álcool foi registrada em 0,17% e seu nível de barbitúricos foi de 0,48 mg%. Ela tinha 28 anos. [26]
Sedgwick não foi sepultado em o Sedgwick Pie , mas na pequena Oak Hill Cemetery em Ballard, Califórnia . Seu epitáfio lê "Edith Sedgwick Post - esposa de Michael Brett Pós 1943-1971". [27] Sua mãe Alice foi enterrado ao lado dela, em 1988.