Susan Sontag (16 de janeiro de 1933, Nova Iorque – 28 de dezembro de 2004) foi uma escritora, crítica de arte e ativista dos Estados Unidos.
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| SUSAN SONTAG |
Graduou-se na Universidade de Harvard e destacou-se por sua defesa dos direitos humanos. Publicou vários livros, entre eles, A vontade radical, Assim vivemos agora, O Benfeitor, Contra a Interpretação e Na América, pelo qual recebeu em 2000 um dos mais importantes prémios do seu país, o National Book Award. Publicou artigos em revistas como The New Yorker e The New York Review of Books e no jornal The New York Times.
Num de seus últimos artigos, publicado em maio de 2004 no jornal The New York Times, Sontag afirmou que "a história recordará a Guerra do Iraque pelas fotografias e vídeos das torturas cometidas pelos soldados americanos na prisão de Abu Ghraib". Ela faleceu aos 71 anos de idade de Síndrome mielodisplásica seguida de uma Leucemia mielóide aguda em 28 de Dezembro de 2004.
Sontag nasceu com o nome Susan Rosenblatt na cidade de Nova Iorque, filha do judeu norte-americano Jack Rosenblatt e sua esposa, Mildred Jacobsen.
Sontag tornou-se consciente da sua atração por mulheres no início da
adolescência, e escreveu no seu diário aos 15 anos, "so now I feel I
have lesbian tendencies (how reluctantly I write this)." Aos 16, teve o
seu primeiro encontro sexual com uma mulher: "Perhaps I was drunk, after
all, because it was so beautiful when H began making love to me .... It
had been 4:00 before we had gotten to bed ... I became fully conscious
that I desired her, she knew it, too...."1 2
Aos 17 casa com Philip Rieff em Chicago após um namoro de dez dias. O filósofo Herbert Marcuse viveu com Sontag e Rieff durante um ano enquanto escrevia Eros and Civilization.3 Sontag e Rieff estiveram casados oito anos, durante os quais ela trabalho no ensaio Freud: The Mind of the Moralist que seria atribuído unicamente a Philip Rieff como acordo no divórcio que ocorreu entre ambos em 1958.4 O casal teve um filho, David Rieff, que seria mais tarde editor da obra da mãe Farrar, Straus and Giroux, e escritor ele próprio.
Na década de 1970, Sontag esteve romanticamente envolvida com Nicole Stéphane (1923-2007), uma herdeira da família de banqueiros Rothschild que se tornou actriz.5 Sontag mais tarde assumiu uma relação com a fotógrafa Annie Leibovitz, de quem esteve sempre próxima nos últimos anos de vida; também teve casos com a coreógrafa Lucinda Childs, a escritora Maria Irene Fornes, e outras mulheres.6
A mãe de Susan Sontag morreu de câncer de pulmão no Havaí, em 1986.
Susan Sontag morreu em Nova York em 28 de dezembro de 2004, aos 71 anos,
de complicações de síndrome mielodisplásica, que evoluiu para leucemia
mielóide aguda. Sontag está enterrada no cemitério de Montparnasse, em
Paris.
Sua última doença foi registrada por David Rieff, seu filho.
BIBLIOGRAFIA
Ficção
Não ficção
Ensaios
Monografias
Peter Dennis Blandford Townshend (Chiswick, Londres, 19 de maio de 1945) é um guitarrista, cantor, compositor e escritor britânico, mais conhecido por seu trabalho com a banda de rock The Who.
Sua carreira com o conjunto se estende por mais de quarenta anos,
durante os quais ele progrediu para ser considerado uma dos mais
influentes das décadas de 1960 e 1970.1
Townshend é o principal compositor do Who, tendo escrito mais de cem canções espalhadas pelos onze álbuns de estúdio do grupo, incluindo trabalhos conceituais e óperas rock como Tommy e Quadrophenia. Embora reconhecido primeiramente como guitarrista, é também cantor e multiinstrumentista, tendo gravado com instrumentos como banjo, acordeão, sintetizador, piano, teclado, baixo e bateria, tanto em seus projetos solo e trabalhos do Who quanto em participações em álbuns de outros artistas.
Townshend também foi colaborador de diversos jornais e revistas, tendo escrito resenhas, artigos e roteiros, trabalhando também como letrista e compositor para diversos grupos musicais. Foi listado na 3ª colocação da lista de "Melhores Guitarristas" do livro The New Book of Rock Lists de Dave Marsh, em 10° na lista de "50 Melhores Guitarristas" da Gibson.com e em 10° na lista de "100 Melhores Guitarristas de Todos os Tempos" da Rolling Stone.2 3 4
Nascido em uma família musical (seu pai Cliff foi saxofonista profissional e sua mãe Betty uma cantora), Townshend demonstrou desde cedo fascinação pela música. Ainda criança foi exposto ao rock and roll americano, ganhando de sua avó aos 12 anos seu primeiro violão.
Em 1961 Townshend matriculou-se na Ealing Art School e, um ano depois, ele e John Entwistle, um antigo colega da Acton County Grammar School, fundaram sua primeira banda, The Confederates, um dueto de Dixieland apresentando Townshend no banjo e Entwistle no trompete. A partir daí eles passaram por outros grupos, finalmente entrando para o The Detours, uma banda de skiffle encabeçada pelo metalúrgico Roger Daltrey que, sob a liderança de Townshend, transformaria-se mais tarde no The Who. Pouco tempo depois eles foram atraídos pelo publicitário mod Peter Meaden, que os convenceu a mudar seu nome para The High Numbers e assumir um estilo mod. Depois de lançar um compacto simples ("Zoot Suit"), eles assinaram contrato com dois novos empresários, Chris Stamp e Kit Lambert. Era o início da carreira do The Who.
Depois de alguns meses o The High Numbers voltou a se chamar The Who.
Os primeiros compactos simples que Townshend compôs para a banda, como
"I Can't Explain", "Substitute" e "My Generation", combinavam um senso
lírico irônico e psicologicamente astuto com uma música impactante, às
vezes crua, uma mistura que se tornaria a marca registrada da banda.
Durante os primórdios do The Who, Townshend se tornou conhecido por seu
estilo excêntrico no palco, frequentemente interrompendo os shows para
dar longas explicações sobre as músicas, girando seu braço direito
contra as cordas da guitarra e às vezes destruindo completamente seu
instrumento. Embora a primeira guitarra tenha sido quebrada por
acidente, a destruição no palco se tornaria uma rotina nas apresentações
da banda. Townshend, sempre volúvel em suas entrevistas, relacionaria
mais tarde essa rotina com as teorias do pintor austríaco Gustav Metzeger sobre a arte auto-destrutiva, as quais ele foi exposto na escola de arte.
O The Who ainda continua a se apresentar, apesar da morte de dois de
seus integrantes originais. Eles são considerados por muitos críticos de
rock como uma das melhores bandas do final dos anos 60 e começo dos 70,
resultado de uma combinação única de volume no talo, carisma, uma ampla
variedade de ritmos e um som altamente energético que se alternava
entre acordes estritamente necessários e improvisos generosos.
Townshend se destacou como compositor principal do grupo,
contribuindo com mais de 100 canções espalhadas entre os 10 álbuns de
estúdio da banda. Entre seus trabalhos mais conhecidos está a criação de
Tommy, para o qual o termo "ópera rock" foi criado, além da inovação no uso de feedback e a introdução do sintetizador
como um instrumento de rock. Townshend revisitou a técnica de contar
histórias em álbuns várias vezes durante sua carreira, e permanece como o
músico mais associado ao formato de ópera-rock. Townshend também
demonstrou um talento prodigioso na guitarra, sendo de importância
primordial no desenvolvimento de um estilo único que combinava aspectos
de guitarra rítmica e base numa mistura característica de abandono e
sutileza.
Townshend foi casado com Karen Astley de 1968 a 1994. Eles tiveram três filhos, Emma (nascida em 1969), Aminta (nascida em 1971) e Joseph (nascido em 1989).
Embora separado, o casal se divorciou oficialmente apenas em 2009. Pete
vive atualmente em Richmond, Inglaterra, com a cantora e pianista
Rachel Fuller.
Influências
Entre as maiores influências de Townshend na guitarra estão Link Wray, John Lee Hooker e Hank Marvin do The Shadows. No final dos anos 70 ele teve a chance de tocar com seu herói Hank Marvin durante as sessões da Rockestra de Paul McCartney, juntamente com outros respeitáveis músicos como David Gilmour, John Bonham e Ronnie Lane.
Religião
No final dos anos 60, Townshend tornou-se seguidor do místico indiano Meher Baba, que fundia em sua fé elementos do misticismo budista e sufi com cristianismo tradicional. Os ensinamentos de Baba foram a fonte primordial de inspiração de muitos de seus trabalhos, incluindo Tommy e o cancelado projeto Lifehouse. A canção "Baba O'Riley", composta para Lifehouse e posteriormente lançada em Who's Next, foi nomeada a partir de Meher Baba e do compositor minimalista Terry Riley. Embora os ensinamentos de Baba exijam abstinência de álcool e drogas, Townshend se envolveu em vários escândalos devido ao abuso dessas substâncias.
Perda de audição
Townshend sofre de surdez parcial e tinitus como resultado da exposição frequente à música em volume alto através de fones de ouvido no estúdio e dos amplificadores em concertos.5 Em 1989,
ele contribuiu para a fundação da H.E.A.R. (Hearing Education and
Awareness for Rockers), organização sem fins lucrativos que atua na
divulgação e prevenção de problemas auditivos entre músicos.
Carreira solo
Além de seu trabalho com o Who, Townshend têm gravado esporadicamente como artista solo. Entre 1969 e 1971 ele, juntamente com outros seguidores de Meher Baba, gravou um trio de álbuns obscuros dedicados aos ensinamentos do guru - I Am, Happy Birthday e With Love. Em resposta à ampla pirataria, ele compilou os melhores momentos desses três (e "Evolution", uma colaboração com Ronnie Lane), e lançou seu primeiro álbum solo, Who Came First, de 1972. Who Came First
obteve sucesso moderado e trazia demos de canções do Who, além de
demonstrações de seu talento ao violão. Pete voltaria a colaborar com
Ronnie Lane, baixista do The Faces e também devoto de Meher Baba, em um álbum em dueto (Rough Mix, de 1977). O maior sucesso solo de Townshend, entretanto, veio após a morte do baterista Keith Moon em 1978, com Empty Glass (lançado em 1980). A seguir veio All The Best Cowboys Have Chinese Eyes (1982). Durante o restante dos anos 80 e princípio dos 90,
Townshend voltaria aos experimentalismos com a ópera-rock e formatos
similares, lançando alguns álbuns baseados em histórias como White City: A Novel (1985), The Iron Man: A Musical (1989) e Psychoderelict (1993).
Ele gravou também diversos álbuns ao vivo, incluindo um com o
supergrupo Deep End, que apresentou apenas três concertos e um show de
TV para angariar fundos para uma organização de caridade de apoio a
viciados.
Trabalho literário
Embora mais conhecido por sua carreira musical, Pete Townshend se
envolveu ostensivamente com o mundo literário, escrevendo artigos em
jornais e revistas, resenhas de livros, ensaios e roteiros.
Em 1977
ele fundou a Eel Pie Publishing, editora especializada em títulos
infantis e musicais, além de publicações relacionadas a Meher Baba. O
primeiro lançamento foi The Story of Tommy, livro escrito por
Townshend em parceria com seu antigo colega de escola de arte Richard
Barnes. Tratava da composição da ópera-rock de 1969 e a realização do filme de 1975 dirigido por Ken Russell.
Em 1984, Townshend publicou uma antologia de contos chamada Horse's Neck (13 no Brasil). Em 1993, ele e Des MacAnuff escreveram e dirigiram uma adaptação para a Broadway do álbum Tommy, assim como uma fracassada versão em musical de The Iron Man, baseada no livro de Ted Hughes. Atualmente ele se dedica a completar sua autobiografia.
Retorno ao Who
Desde o final dos anos 80, Townshend vem participando de uma série de concertos e turnês de reunião e despedida com o The Who, incluindo uma turnê em 2002 realizada logo após a morte do baixista Entwistle.
Em setembro de 2005, Townshend deu início a um blog para a divulgação em capítulos de um romance semi-autobiográfico intitulado The Boy Who Heard Music,
declarando que a história serviria de pano de fundo ao primeiro álbum
de inéditas do Who desde 1982. Em meados de dezembro de 2005, Bill
Curbshley, empresário da banda, anunciou para 2006 a última turnê em larga escala do grupo, com datas pela Europa, América do Norte, Japão, Austrália e América do Sul. Em outubro de 2006, Endless Wire foi lançado.
Problemas com a lei
Como parte das investigações da "Operation Ore", Townshend foi acautelado pela polícia britânica em 2003 após usar um cartão de crédito para acessar o website Landslide, que supostamente divulgava pornografia infantil.6 7 Ele afirmou à imprensa e em seu site que estava engajado em uma pesquisa para A Different Bomb
(o projeto de um livro atualmente abandonado, baseado em um ensaio
antipornografia infantil publicado em seu site em janeiro de 2002),
para sua autobiografia e como parte de uma campanha contra a
pornografia infantil. A polícia realizou buscas em sua casa e confiscou
14 computadores e outros objetos, e após quatro meses de análises as
investigações confirmaram não haver evidências de imagens de abuso
infantil entre o material apreendido. Conseqüentemente, a polícia
ofereceu o acautelamento, ao invés de entrar com ações legais,
divulgando a seguinte declaração: "Depois de quatro meses de
investigação pelos departamentos do grupo de proteção infantil da
Scotland Yard, foi concluído que o Sr. Townshend não estava de posse de
qualquer tipo de imagens de abuso infantil." Em uma declaração divulgada
por seu porta-voz,8
Townshend disse, "Eu aceito que errei ao acessar esse site, e, ao
fazê-lo, transgredi a lei, e eu aceitei o acautelamento que me foi dado
pela polícia." Como conseqüência legal por ter aceito o acautelamento,
Townshend foi incluído na lista de "Violent and Sex Offender Register"
por cinco anos.9
Normalmente isso seria para impedir viagens para fora do país, mas no
caso de Townshend as restrições foram diminuídas, permitindo suas várias
apresentações com o The Who desde o recebimento do acautelamento.
Um investigador, em pesquisas posteriores, afirmou que Townshend foi "falsamente acusado".10
Após obter cópias dos discos rígidos do site que originou a acusação e
traçar as ações de Townshend, o jornalista investigativo Duncan Campbell
escreveu na revista PC Pro, "Sob pressão da mídia em seu
encalço, Townshend parece ter confessado algo que ele não fez". Campbell
afirma que a única evidência contra Townshend é que ele acessou apenas
um site entre os diversos oferecidos pela Landslide, e que este não era
ligado à pornografia infantil.11
DISCOGRAFIA
Ao vivo
- Deep End Live! (1986)
- A Benefit For Maryville Academy (1999)
- The Oceanic Concerts (com Raphael Rudd) (2001)
- Magic Bus - Live From Chicago (2004)
Ao vivo - lançamentos de arquivo
- Live > Sadler's Wells 2000 (2000)
- Live > The Empire 1998 (2000)
- Live > The Fillmore 1996 (2000)
- Live > La Jolla Playhouse 22/06/01 (2001)
- Live > La Jolla Playhouse 23/06/01 (2001)
- Live > Bam 1993 (2003)
- Live > Brixton Academy '85 (2004)
COLETANEAS
- Scoop (1983)
- Another Scoop (1987)
- Coolwalkingsmoothtalkingstraightsmokingfirestoking - The Best Of Pete Townshend (1996)
- Lifehouse Chronicles (box set de 6 CDs) (2000)
- Lifehouse Elements (2000)
- Scoop 3 (2001)
- Scooped (2002)
- Anthology (vulgo Gold) (2005)
- The Definitive Collection (2007)
Harry Edward Nilsson III (15 de junho de 1941 – 15 de janeiro de 1994) foi um cantor e compositor americano de grande sucesso na década de 1970. Creditado em todos os seus álbuns, com exceção dos primeiros, como Nilsson, emplacou os singles "Without You", "Everybody's Talkin'" e "Coconut".1
Suas canções apareceram em diversos filmes e programas de televisão, e ele foi premiado por dois Grammys;
um por "Melhor Vocal Masculino Contemporâneo" por "Everybody's Talkin'"
e outro por "Melhor Vocal Masculino Pop" por "Without You".
Morreu em 1994, vítima de insuficiência cardíaca.2 Foi sepultado no Pierce Brothers Valley Oaks Memorial Park, Westlake Village, Califórnia no Estados Unidos.3
Discografia
Álbuns
- Spotlight on Nilsson (1966)
- Pandemonium Shadow Show (1967)
- Aerial Ballet (1968)
- Harry (1969)
- Nilsson Sings Newman (1970)
- The Point! (1970)
- Nilsson Schmilsson (1971)
- Son of Schmilsson (1972)
- A Little Touch of Schmilsson in the Night (1973)
- Pussy Cats (1974)
- Duit on Mon Dei (1974)
- Sandman (1975)
- ...That's the Way It Is (1976)
- Knnillssonn (1977)
- Flash Harry (1980)
- Papa's Got a Brown New Robe (1994)
Coletâneas
- Nilsson - Greatest Hits (1978)
- Harry Nilsson - All Time Greatest Hits (1989)
- Personal Best: The Harry Nilsson Anthology (1974)
- Nilsson: Greatest Hits (1980)
- Everybody's Talkin': The Very Best of Harry Nilsson (1980)
Cass Elliot, nome artístico de Ellen Naomi Cohen (Baltimore, 19 de setembro de 1941 - Londres, 29 de julho de 1974), também conhecida como Mama Cass, foi uma cantora estadunidense integrante do The Mamas & The Papas. Antes de pertencer a este famoso grupo fez parte das bandas The Big 3, de 1963 a 1964, e The Mugwumps, em 1964. Com o fim do grupo The Mamas & The Papas, deu início a uma bem-sucedida carreira solo, lançando nove álbuns.
Cass morreu em 29 de julho de 1974 de degeneração gordurosa do miocárdio,1 no auge de sua carreira solo, apesar de ser mais divulgada a lenda urbana que atribui sua morte ao engasgamento com um sanduíche.2 Foi casada duas vezes: com o então colega de banda James Hendricks, (de 1963 a 1968, sendo o casamento sido anulado por nunca ter sido consumado) e com o Barão Donald von Wiedenman (1971 a 1974). Deixou uma filha, Owen Vanessa Elliot, nascida a 26 de abril de 1967. Foi sepultada no Mount Sinai Memorial Park, Los Angeles, Califórnia no Estados Unidos.3
Discografia
The Big 3
- 1963: The Big 3
- 1964: Live at the Recording Studio
The Mugwumps
Álbuns a solo
- 1968: Dream a Little Dream
- 1969: Bubblegum, Lemonade, and... Something for Mama
- 1969: Make Your Own Kind of Music
- 1970: Mama's Big Ones
- 1971: Dave Mason & Cass Elliot
- 1972: Cass Elliot
- 1972: The Road Is No Place for a Lady
- 1973: Don't Call Me Mama Anymore
Keith John Moon (23 de agosto de 19461 – 7 de setembro de 1978) foi o baterista da banda de rock britânica The Who. Ganhou prestígio por seu estilo inovador e exuberante na bateria e notoriedade por seu comportamento excêntrico e por vezes destrutivo, o que lhe rendeu o apelido de "Moon the Loon" ("Moon, o Lunático"). Moon entrou para os Who em 1964, participando de todos os seus álbuns e singles a partir da estreia do grupo com "Zoot Suit" em 64 até Who Are You, de 1978, lançado três semanas antes de sua morte.
Moon era conhecido por seu estilo de bateria dramático e cheio de
suspense, que frequentemente envolvia a omissão de batidas básicas em
prol de uma técnica fluída e acentuada, focada em viradas progressivas
pelos toms, trabalho ambidestro no bumbo e passadas e ataques selvagens nos chimbaus. Ele é citado pelo Hall da Fama do Rock and Roll como um dos maiores bateristas de rock and roll de todos os tempos.2 E foi postumamente introduzido no Rock Hall em 1990, como membro do The Who.
O legado de Moon, como membro do The Who, como artista solo, e como
uma personalidade excêntrica, continuam a colecionar prêmios e
reconhecimentos, incluindo um segundo um lugar na lista dos "melhores
bateristas de todos os tempos" dos leitores da revista Rolling Stone em 2011,3 Quase 35 anos depois de sua morte.
Inicialmente Moon tocava no mesmo estilo de bandas norte-americanas de surf rock e R&B,
utilizando ritmos e preenchimentos de ambos os gêneros, mas tocando
mais alto e com muito mais autoridade. Ele também foi bastante
influenciado pelo baterista de jazz Gene Krupa. Inspirado numa conversa que teve com Ginger Baker, Moon passou a usar um kit de bateria duplo no final de 1965.
Na banda, o guitarrista Peter Townshend mantinha o tempo, já que
trabalhava de maneira acentuadamente rítmica, enquanto Moon e o baixista
John Entwistle solavam no topo desta base. As composições de Townshend
ganhavam vida nova após ele apresentá-las a Moon e Entwistle, que
transformavam as músicas em algo completamente novo e inesperado com
suas técnicas distintas de tocar.
No começo da carreira do The Who a banda adquiriu a reputação de
destruir seus instrumentos no final de cada show. Moon demonstrava um
zelo particular quanto a esta atividade, chutando e quebrando sua
bateria com vontade.
Moon não tardou a ganhar a reputação de ser uma personalidade
destrutiva. Ele era conhecido por acabar com quartos de hotel, casas de
amigos e até mesmo sua própria residência, jogando com frequência móveis
pelas janelas e destruindo banheiros com fogos de artifício. Estes atos
eram quase sempre provocados pelo consumo de drogas e álcool mas, na maioria do tempo, Moon estava simplesmente dando continuidade ao estilo de vida pelo qual se tornou famoso.
Uma das histórias mais conhecidas narra a festa de seu 21º. aniversário: na ocasião, ele conduziu um Lincoln Continental
direto para dentro de uma piscina - trata-se de uma controvérsia a
veracidade ou não dos fatos, com Tony Fletcher, biógrafo de Moon,
negando o episódio, enquanto Roger Daltrey afirma ter presenciado o
prejuízo de 50 mil dólares. Mas devido a seu bem conhecido
comportamento, não é difícil imaginar como uma história como essa pôde
ser propagada.
Em 1970, Moon se envolveu em um incidente na saída de um pub em Londres,
quando seu motorista e guarda-costas, Cornelius "Neil" Boland, foi
atropelado e morto. Boland havia saído do carro para tentar conter um
tumulto quando foi derrubado; Moon, desesperado, guiou para longe dali,
só descobrindo quilômetros mais adiante o corpo do motorista preso nas
engrenangens do automóvel. Embora um subsequente processo judicial tenha
declarado a inocência de Moon, o baterista se culparia pelo acidente
pelo resto de sua vida.
O apetite de Moon pela vida alucinada custaria posteriormente a
deterioração de suas habilidades na bateria e a confiança de seus
companheiros de banda na sua capacidade como instrumentista.
Embora o trabalho com o The Who dominasse a carreira de Moon, ele chegou a participar de alguns projetos paralelos. Em 1966, Keith juntou-se ao guitarrista Jeff Beck do Yardbirds e com os futuros Led Zeppelin Jimmy Page e John Paul Jones para gravar uma instrumental, "Beck's Bolero", lançada no final daquele mesmo ano.
Em 1967, Moon foi convidado pelos Beatles para participar do coro da canção All You Need Is Love,
numa apresentação ao vivo na primeira transmissão mundial via-satélite,
em 26 países simultaneamente. A apresentação foi transmitida ao vivo do
lendário estúdio Abbey Road e contou também com as participações de Mick Jagger, Eric Clapton, Marianne Faithfull e Graham Nash no coro do refrão da música.
Em 1975 ele lançou seu primeiro e único álbum solo, uma coleção de covers de canções pop chamada Two Sides of the Moon. Curiosamente Moon resolveu assumir o papel de cantor, enquanto a bateria foi relegada a outros músicos, como Ringo Starr e Jim Keltner.
Em 1971 Moon fez uma participação especial no filme 200 Motels de Frank Zappa. Ele voltaria às telas com That'Il Be the Day de 1973, e também no filme Tommy, de 1975.
A última noite de Keith Moon foi como convidado de Paul McCartney na estréia do filme The Buddy Holly Story. Depois de jantar com Paul e Linda McCartney,
Moon e sua namorada, Annette Walter-Lax, deixaram a festa mais cedo e
retornaram a seu apartamento em Curzon Place, Londres. Ele morreu
dormindo, consequência de uma overdose do medicamento que ele estava
usando em seu tratamento contra o alcoolismo. O laudo do legista apontou
32 pílulas de Heminevrin em seu organismo, 26 delas ainda não
dissolvidas. O apartamento na Curzon Place havia sido emprestado a Keith
por seu amigo Harry Nilsson. Coincidentemente, "Mama" Cass Elliot (vocalista do The Mamas and The Papas)
morrera no mesmo apartamento quatro anos antes. Amargurado com a perda
de dois amigos, Nilsson nunca mais retornou ao local, posteriormente
vendendo o apartamento a Pete Townshend.4
Henry Wilfrid Brambell
(22 de março de 1912 - 18 de janeiro 1985) foi um filme irlandês e ator
de televisão mais conhecido por seu papel na série de televisão
britânica Steptoe and Son . Ele também se apresentou ao lado dos Beatles em seu filme Noite de um dia duro , jogando Paul McCartney avô ficcional 's.Brambell nasceu em Dublin . Seu pai trabalhava em uma cervejaria Guinness e sua mãe era uma cantora de ópera. Sua primeira aparição foi como uma criança, entretendo os soldados feridos durante a Primeira Guerra Mundial . Ao deixar a escola, trabalhou a tempo parcial como repórter de The Irish Times ea tempo parcial como ator no Teatro Abbey antes de se tornar um ator profissional para o Gate Theatre . Ele também fez repertório em Swansea , Bristol e Chesterfield . [1] Na Segunda Guerra Mundial, ele se juntou ao britânico forças militares organização entretenimento ENSA .Sua carreira na televisão começou na década de 1950, quando foi escalado em pequenos papéis em três Nigel Kneale / Rudolph Cartier produções para televisão BBC : como um bêbado em The Experiment Quatermass (1953), tanto como um homem velho em um pub e, posteriormente, um prisioneiro em Nineteen Eighty-Four (1954) e como um mendigo em Quatermass II (1955). Todos estes papéis lhe valeu uma reputação de jogar os velhos, embora fosse apenas em seus quarenta anos na época. Brambell quase nunca parou de trabalhar em sua carreira de 36 anos.
Brambell também apareceu como Bill Gaye em 1962 Maurice Chevalier / Hayley Mills imagem, em busca dos náufragos . Ele foi ouvido na trilha sonora original de The Canterbury Tales , que era um dos mais rápidos que vendem álbuns de trilha sonora de West End de todos os tempos. Ele também lançou dois singles de 45 rpm, "Second Hand" / "Rag Time Ragabone Man", que desempenhou em sua Steptoe and Son caracteres, seguido em 1971 por "Time Marches On", seu tributo a Beatles , com quem teve trabalhou em 1964 (e conheci muitas vezes). Ele apresentava um riff de guitarra Beatles-esque com Brambell recitando palavras sobre o Beatles divisão. O lado B era "A Decimal Song", que, no momento da Grã-Bretanha adotando moeda decimal , foi politicamente carregada.
Em 1965, ele apareceu na Broadway no show Kelly que fechou depois de apenas uma performance. [2]
Ele apareceu em muitos papéis no teatro de destaque. Em 1966 ele jogou Ebenezer Scrooge em uma versão musical de A Christmas Carol . Este foi adaptado para o rádio no mesmo ano e apareceu na Radio 2 em véspera de Natal . Florescente voz de barítono de Brambell surpreendeu muitos ouvintes: ele desempenhou o papel em linha reta, fiel ao Dickens original e não no estereótipo Albert Steptoe personagem.
Em 1971, ele estrelou a estréia de Eric Chappell play 's A Caixa Banana no qual ele interpretou Rooksby. Esta parte foi mais tarde renomeado Rigsby para a adaptação de TV chamado Rising Damp estrelado por Leonard Rossiter .
Foi essa capacidade de jogar os velhos que levaram à sua fundição em
seu melhor papel lembrado, como Albert Steptoe, o pai irascível em Steptoe and Son (seu filho Harold sendo tocada por Harry H. Corbett ). Isto começou como um piloto na BBC Comedy Playhouse , e seu sucesso levou a uma série completa sendo encomendado, correndo 1962-1974 (incluindo uma pausa de cinco anos).
Um fio constante durante toda a série foi Albert sendo referido por
Harold como um "velho sujo", por exemplo, quando ele estava comendo cebolas em conserva , enquanto toma um banho e recuperar as deixado cair da água do banho. Havia também dois spin-offs de longa-metragem , um show no palco e uma encarnação americano intitulado Sanford and Son , alguns episódios de que foram remakes quase exatas dos scripts britânicos originais.
O sucesso da Steptoe and Son
fez Brambell uma figura de alto perfil na televisão britânica, e lhe
rendeu o papel de apoio do avô de Paul McCartney no primeiro filme dos
Beatles, a noite de um dia duro (1964).
A piada é feita ao longo do filme de seu personagem sendo "um homem
velho e muito limpo", em contraste com o seu ser referido como um "velho
sujo" em Steptoe and Son. Na vida real, no entanto, ele não era nada como sua persona Steptoe, sendo elegante e bem falado. Em 1965 Brambell disse à BBC que ele não queria fazer outra série Steptoe and Son, e em setembro do mesmo ano, ele foi para Nova Iorque para aparecer no musical da Broadway Kelly no Teatro Broadhurst ; no entanto, fechado depois de apenas uma performance.
Em 1971, ele foi devido a desempenhar o papel de Jeff Simmons , baixista com os Mothers of Invention , de Frank Zappa filme 's 200 Motels
(uma peça bizarra de fundição, uma vez que o verdadeiro Simmons era
jovem, de cabelos compridos e americanos), mas deixou a produção após
uma discussão com Zappa. [ carece de fontes? ]
Além de seu papel como o mais velho Steptoe, Brambell alcançou o reconhecimento em muitos filmes. Sua atuação em The Terence Davies Trilogy ele ganhou aclamação da crítica, muito maior do que qualquer alcançado para Steptoe and Son, [3] mas apesar de aparecer em toda a peça completa de 24 minutos, Brambell não falava uma única palavra.
Após a série final de Steptoe and Son
foi feito em 1974, Brambell teve algumas participações especiais em
filmes e na televisão, mas tanto ele como Corbett encontraram-se
fortemente estigmatizado como seus personagens famosos. Na tentativa de tirar proveito desta situação, eles empreenderam uma turnê de Austrália em 1977 com um show no palco Steptoe and Son. Em uma ocasião, Brambell usado palavrões e era abertamente depreciativo sobre Nova Zelândia catedrais em uma entrevista.
Apesar disso, ele se apresentou em noticiários de televisão da BBC em
homenagem a Corbett, após a morte deste último, de um ataque cardíaco em
1982. No ano seguinte, apareceu em Brambell Terence Davies Morte filme 's e Transfiguração, a reprodução de um homem idoso moribundo que finalmente chega a um acordo com sua homossexualidade.
Em 2002, o Channel 4 transmitiu um documentário, intitulado Quando Steptoe Met Filho , sobre a vida fora da tela de Brambell e seu relacionamento com Harry H. Corbett. O filme alegou que os dois homens detestava o outro e foram mal em condições de falar após a turnê na Austrália; a fenda foi causada em parte pelo alcoolismo de Brambell, e levou os dois homens que saem do país em aviões separados. Essa afirmação é contestada pelos escritores da Steptoe and Son, Ray Galton e Alan Simpson , que não tinham conhecimento de qualquer ódio ou conflito. [4] Harry H. Corbett sobrinho do seu segundo casamento também divulgou um comunicado que afirmou que os atores não se odeiam.
"Podemos afirmar categoricamente que eles não cair. Eles estavam juntos
há quase um ano na Austrália, entrou em várias excursões juntos, e
deixou a turnê no final em planos diferentes, porque Harry estava indo
de férias com sua família, não porque ele se recusou a ficar no mesmo
plano. Eles continuaram a trabalhar juntos após a turnê australiana no
rádio e anúncios ". [5]
Brambell era homossexual [6] [7]
em um momento em que era quase impossível para figuras públicas a ser
abertamente gay, até porque os atos homossexuais masculinos eram ilegais no Reino Unido até 1967 . Em 1962, ele foi preso em um banheiro no Shepherds Bush para persistentemente importunando e dado uma descarga condicional. [8] [9]
No início de sua vida, ele tinha sido casado entre 1948 e 1955, a Maria
"Molly" Josephine, mas a relação terminou depois que ela deu à luz o
filho de seu inquilino, em 1953. [7]
Brambell morreu de câncer em Westminster , [10] Londres, aos 72 anos. Ele foi cremado em 25 de janeiro de 1985, Streatham Park Cemetery , onde suas cinzas foram espalhadas.
Em 2012, seguindo o Jimmy Savile escândalo de abuso sexual , foi alegado que Brambell abusou de dois meninos com idades entre 12 e 13 nos bastidores do Casa Jersey Opera em 1970. Uma das crianças foi a partir dos Haut de la Garenne casa das crianças. [11]
The Curse of Steptoe , a BBC jogo de TV sobre Brambell e sua co-estrela de Harry H. Corbett , foi transmitido em 19 de Março de 2008 sobre digitais BBC canal BBC Four , com Phil Davis como Brambell. A primeira transmissão ganhou o canal de seus mais altos índices de audiência à data, com base em retornos durante a noite. [12]