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sábado, 18 de janeiro de 2014

FOTO DE MATHEW BRANDY

MATHEW BRANDY

MATHEW BRANDY

Mathew Brady é muitas vezes referido como o pai do fotojornalismo e é mais conhecido por sua documentação da Guerra Civil. Suas fotografias, e aqueles que ele encomendou, teve um enorme impacto sobre a sociedade na época da guerra, e continuam a fazê-lo hoje. Ele e seus colaboradores fotografou milhares de imagens, incluindo campos de batalha, vida no campo, e os retratos de alguns dos mais famosos cidadãos de seu tempo, incluindo Abraham Lincoln e Robert E. Lee.Brady nasceu no Condado de Warren, New York na década de 1820 no início de imigrantes irlandeses, Andrew e Julia Brady. Pouco se sabe sobre sua infância, mas os historiadores acreditam que, durante uma viagem para a área de Albany, em busca de uma cura para uma inflamação ocular, conheceu pintor de retratos William Página. Acredita-se também que, através de William Página, Brady encontrou Samuel FB Morse. Morse, professor de arte, pintura e desenho na Universidade de Nova York e do inventor do telégrafo provável tutelado Brady na tecnologia recém-desenvolvida da daguerreotipia, o processo de criação de uma imagem de espelho em uma placa de cobre revestidos a prata.Após se mudar para Nova York, Brady começou casos de daguerreótipos, jóias e retratos em miniatura pintadas de fabricação. Ele trabalhou para construir a sua habilidade e sua reputação, de abertura, "The Miniature Gallery Daguerrean" na Broadway em 1844. Bem conhecido e realizado em sua profissão, Brady ganhou o maior prêmio na feira anual do Instituto Americano em 1844, 1845, 1846, 1849, e 1857, período em que ele também começou a fotografar os americanos bem conhecidos, como Edgar Allan Poe e James Fennimore Cooper .Brady abriu um estúdio em Washington DC e começou a fazer daguerreótipos de políticos proeminentes como Henry Clay, Daniel Webster, John C. Calhoun, Zachary Taylor, e Millard Fillmore. Em 1850, ele publicou "A galeria de ilustres americanos", que foi vendido por US $ 15, equivalente a US $ 400 hoje. Em 1851, Brady ganhou medalhas na Feira de Todas as Nações, em Londres, e na Exposição Industrial de Nova York no Crystal Palace para seus daguerreótipos.Com a eclosão da Guerra Civil, Brady procurou criar um foto-documentação completa da guerra. Por sua própria conta, ele organizou um grupo de fotógrafos e pessoal para acompanhar as tropas como o primeiro campo-fotógrafos. Brady supervisionado as atividades dos fotógrafos, incluindo Timothy H. Sullivan, Alexander Gardner e James F. Gibson, preservados negativos placa de vidro, e comprou de fotógrafos privadas, a fim de fazer a coleção tão completa quanto possível. Brady e sua equipe fotografou muitas imagens da Guerra Civil, incluindo o Punho de Batalha de Bull Run, Antietam e Gettysburg.Em 1862, Brady chocou a nação quando ele mostrou as primeiras fotografias da carnificina da guerra, em seu estúdio de Nova York em uma exposição intitulada "The Dead de Antietam." Estas imagens, fotografadas por Alexander Gardner e James F. Gibson, foram os primeiros a imaginar um campo de batalha antes do morto tinham sido removidos e o primeiro a ser distribuído para um público de massa. Estas imagens recebeu mais atenção da mídia na época da guerra do que qualquer outra série de imagens durante o resto da guerra artigo A New York Times, em outubro de 1862, ilustra a impressão destas imagens deixada sobre a cultura americana afirmando: "Mr. Brady tem feito alguma coisa para levar para casa para nós a terrível realidade e seriedade da guerra. Se ele não trouxe corpos e colocou-os em nossas porta-metros e ao longo das ruas, ele fez algo muito parecido com ele ... "
Até o final da guerra, Brady tinha acumulado dívidas sério na esperança de vender sua coleção para a Sociedade Histórica de Nova York, no entanto, o negócio caiu completamente. Felizmente para o público norte-americano Brady vendeu sua coleção para o governo dos Estados Unidos em 1875 por US $ 25.000, apenas o suficiente para pagar a dívida que tinha acumulado.
Depois da guerra Brady continuou a trabalhar em Washington DC com o seu sobrinho Levin Handy, que também era fotógrafo. Em 1895, Brady sofreu duas pernas quebradas, como resultado de um acidente de trânsito. Tendo nunca se recuperou totalmente, Brady morreu em 16 de janeiro 1896, em Nova York. Seu funeral foi financiado pela Associação de Nova Iorque 7 º Regimento de Veteranos. Brady está enterrado ao lado de sua esposa em Congressional Cemetery, em Washington DC.

GUERRA DE SECESSÃO

Causas:

Os estados do sul tinham uma economia baseada no latifúndio escravista e na produção, principalmente de algodão, voltada para a exportação. Enquanto isso, os estados do norte defendiam a abolição da escravidão e possuíam suas economias baseadas na indústria. Esta diferença de interesses deflagrou o conflito.


Guerra


O conflito teve inicio em 1861 através de ações militares do sul. Com duração de cinco anos, a guerra provocou a morte de aproximadamente 600 mil pessoas. Os estados do norte, mais ricos e preparados militarmente, venceram e impuseram seus interesses sobre o país. 


Consequências


- A escravidão foi abolida, atendendo aos interesses dos estados do norte. Apesar disso, os negros não tiveram nenhum programa governamental que lhes garantissem a integração social. Após a liberdade, foram marginalizados pela sociedade.


- A região sul foi ocupada militarmente até o ano de 1877.


- O processo de industrialização do norte intensificou-se ainda mais, gerando mais riqueza na região. Por
outro lado, o sul passou por uma crise, perdendo influência política.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

ROGER FENTON


Fotógrafo inglês, Roger Fenton nasceu em 1819, em Lancashire, numa família privilegiada da sociedade inglesa. Durante a juventude estudou artes em Londres e, mais tarde, em 1841 e em Paris, estudou pintura, juntamente com Paul Delaroche (que afirmara, entusiasticamente, acerca da relação entre a pintura e a fotografia: "... a partir de agora, a pintura morreu!" ).
O fraco sucesso de Fenton como pintor fê-lo regressar a Londres em 1844 para estudar Direito. No ano de 1847, juntamente com outros fotógrafos, criou o
Photographic Club of London (Clube Fotográfico de Londres), que viria mais tarde a transformar-se, a 20 de janeiro de 1853, na Photographic Society of London e que hoje em dia é conhecida como Royal Photographic Society.
Foi um dos líderes dos defensores do estatuto de arte para a fotografia e travou mesmo algumas "lutas" para a inserir no grupo das belas-artes.
Da sua carreira como fotógrafo podemos realçar os retratos que fez da rainha Vitória de Inglaterra e de toda a família real, as paisagens e os estudos arquitetónicos. As suas imagens mais famosas foram conseguidas em 1855, durante a guerra da Crimeia.
William Russel, jornalista do
The Times e um dos seus primeiros correspondentes de guerra, começou a enviar uma série de artigos relatando as reais condições em que os soldados ingleses lutavam. Histórias que davam conta da falta de condições, a ineficiência dos medicamentos, a falta de vestuário adequado para as condições climatéricas que se faziam sentir no terreno, a escassez de mantimentos, etc.
O crescente criticismo da opinião pública relativamente a esta guerra fez com que o governo lançasse uma gigante campanha de propaganda para limpar a imagem. Persuadido pelo príncipe Alberto e por um editor, Fenton tirou uma série de fotos de guerra (cerca de 360) no terreno, que mostravam uma visão "maquilhada" do conflito, transmitindo algum romantismo e aventura. Geralmente mostravam uma cena bem ordenada, sem cadáveres, com abundância de mantimentos, como uma cena de um piquenique. Os soldados encontravam-se sempre em boas condições e os feridos apareciam sempre a receber os cuidados necessários.
Fenton foi também responsável por uma série invulgarmente bela de retratos, que criou no seu estúdio em Londres, usando modelos e amigos. São imagens que recriam o espírito de pintores famosos, permitindo observar o mundo proibido e esquecido, onde a mulher está disponível para entretenimento do homem, sem constrangimento moral. Trata-se de um conjunto de imagens surpreendentes, principalmente tendo em conta a grande restrição na sexualidade da Inglaterra vitoriana.
Roger Fenton conseguia criar um envolvimento completo, com uma decoração que dava a ilusão de se tratar de uma fotografia de documentário. Um pouco como na pintura, trabalhava a luz de uma forma especial, usando uma justaposição do escuro e da luz, criando assim palcos dramáticos. As roupas exóticas das modelos e os objetos que as rodeavam criavam um mundo de intriga e mistério que, nas mãos de um fotógrafo menos capaz, seriam apenas mais umas fotografias dramáticas de estúdio. Mas a sua imaginação e o seu talento artístico deixaram um legado de fotografias que, mesmo cem anos depois, ainda conseguem cativar a atenção.
Embora tenha sempre tido facilidade em expor e vender as suas fotografias, desistiu da fotografia, sem razão aparente, em outubro de 1862, vendendo todo o equipamento e negativos que possuía para regressar à advocacia. Na altura, chegou ainda a sugerir que o seu abandono derivou do facto de não gostar da crescente comercialização da fotografia.
Cerca de 600 das suas fotografias estão guardadas na
Royal Photographic Society, sendo este, provavelmente, o maior arquivo do seu trabalho.
Foi possivelmente a cólera que esteve na origem da sua morte, em 1869.



A GUERRA DA CRIMÉIA


Antecedentes
Após a morte de Alexandre I, rei da Rússia, o trono foi assumido pelo seu sucessor Nicolau I, um déspota que almejava apenas expandir o território russo. Seus projetos de invasões territoriais foram facilitados quando os monges russos e os católicos franceses começaram a discutir a proteção de Jerusalém e Nazaré.
Por causa da disputa entre russos e franceses, acerca da proteção das cidades sagradas, houve em 1853, um grande conflito entre os mesmos, o que causou grande violência e mortes.
A Guerra
Nicolau I, sob o pretexto de defender as terras sagradas e o intuito de expandir seu território, invadiu as províncias turcas do Danúbio. A Turquia, apoiada pela França e Reino Unido, reivindicou a invasão declarando guerra à Rússia que destruiu a pequena frota turca e passou a controlar também o porto de Sinope, no Mar Negro.
Em 1854, um ano após a invasão, as aliadas da Turquia declararam guerra à Rússia e esta temendo a entrada da Áustria no conflito deixou rapidamente as províncias. Os aliados turcos cercam Sevastopol, em Criméia.
Em 1854, ocorreu um novo conflito que resultou em inúmeros russos mortos. Em 1856, a Rússia percebe que seus inimigos estão sobressaindo aos seus ataques e resolve assinar o Tratado de Paris, em 30 de março.
A Rússia foi obrigada a se retirar das províncias do Danúbio e impedida de manter bases e forças navais em Sinope. 

GUERRA DA CRIMÉIA